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SEGA SG-1000

Autor: Daniel "Corisco" Govoni - Atualizado em 11/08/07 - 11:01

Um pouco da História

Ou Mark I, foi o primeiro console caseiro da Sega, sendo lançado no Japão primeiramente em uma versão de testes em 1981, e finalmente ao público japonês em junho de 1983, custando 15 mil ienes. Não obteve o sucesso esperado, apesar de ser um console avançado e ter uma ótima especificação técnica para a sua época. Teve uma vendagem razoável ao longo de sua existência, chegando a ser distribuído na Nova Zelândia, pela empresa Grandstand Leisure Limited, e em outros países como Itália, Espanha e África do Sul. Fez um certo sucesso na Ásia, especialmente em Taiwan, onde ainda é lembrado por muitos como um grande console.

O Mark I nunca foi comercializado oficialmente nos Estados Unidos, porem uma empresa americana chamada Telegames fabricou um clone do Colecovision, chamado “Telegames Personal Arcade”, onde era possível jogar tanto jogos para o Coleco, como para o SG-1000 também.

Em 1984, a Sega decide mudar o visual do seu primogênito e encerra a produçao do SG-1000, e lanca o Mark II, que além das mudanças do design, teve como opcional a possibilidade de conectar um teclado e um acessório chamado “Card Catcher”, que servia como adaptador para jogar cartuchos em forma de cartões.

Este console é extremamente raro, sendo difícil de se encontrar tanto no site de leilões Ebay, como no site japonês Yahoo Auctions, e quando se encontra, é muito disputado, acabando por levar o seu preço nas alturas.

Especificações técnicas

CPU: NEC 780C (clone do Zilog Z80) 3.579545MHz em NTSC, 3.546893MHz em PAL
Memoria RAM: 16 kbit (2 kB)
Video RAM: 128 kbit (16 kB)
Som: Texas Instruments SN76489 4 canais - mono
Processador de video: Texas Instruments TMS9928A
Resolucao: 256×192, 32 sprites, 16 cores

O Sega SG-1000, nas suas duas versões, conhecidas como Mark I e Mark II:
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Hands on!

A partir de agora, deixarei minhas impressões desse console que foi o marco inicial de uma das empresas mais queridas dos retro-gamers.

Vista geral do SG-1000

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Apesar de seu design ser simples, ele continua muito atual, sendo na minha opinião, um console muito bonito e avançado para a sua época.

Reparem que o cabo do controle 1 era fixo no console, dificultando o reparo do mesmo.

Detalhe do logotipo

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O lendário logotipo da SEGA!

Visto de cima

Botão de pausa vermelho e power led
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Pois é, o botãozinho de pausa no console, que muitas vezes nos fazia perder vidas no Master System, estava
presente desde o arcaico console da Sega.

Power Led

Ao contrario de muitos consoles(Famicom, por ex.) que não tinham um led indicador de energia, fazia certa diferença na hora de sintonizar, console sem indicador de energia, se estiver com fonte queimada ou outro problema, é difícil de saber, você vai passar horas procurando a sintonia….

Traseira do menino

RETROBITS - Análise do SEGA SG-1000 - www.retrobits.com.br Da esquerda para a direita: na lateral, a entrada do controle 2, entrada do plug da fonte, chave liga/desliga, paralela, RF, chave seletora de canal.

As “partes baixas” do console

RETROBITS - Análise do SEGA SG-1000 - www.retrobits.com.br Nada de mais, apenas o selo da empresa.

Controle - o ponto fraco

RETROBITS - Análise do SEGA SG-1000 - www.retrobits.com.br Esse é o ponto, digamos, fraco, esse tipo de joystick eh um tanto desconfortável (dependendo do game), tendo que as vezes usar uma certa dose de forca para ter o comando desejado. Possui dois botões individuais e retangulares nas laterais.

Jogando

RETROBITS - Análise do SEGA SG-1000 - www.retrobits.com.br Pegada desconfortável, mas só em certos jogos (não reparem na mãozinha da minha querida mulher, rs)

Detalhe do logo no controle

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Jogos

De um modo geral, nos jogos do SG-1000, eu encontrei uma certa semelhança com jogos do MSX (que eu sou super fã!), na parte gráfica.

Em termos de diversão, da pra encontrar vários jogos legais: Konami Hyper Sports, Exerion, Zaxxon (esse é clássico!), Boxing, dentre outros.

Pra quem jogava Atari naquela época (eu incluído, rs), jogar nesse console deve ter sido uma experiência e tanto!

Cartuchos

Basicamente, o plástico preto usado nos cartuchos é igual ao do Atari, que parece não estragar com o tempo. Saíram em duas versões, uma com caixa grande, com manual em japonês e inglês, e outra em uma caixa mais compacta, com manuais apenas em japonês. O label dos cartuchos saíram inicialmente em cor preta e apenas o nome do jogo, posteriormente com arte, deixando-o com uma aparência mais “chamativa”.

Os dois modelos de caixa dos cartuchos

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Detalhe da caixa antiga, com o label do cartucho simples, em cor preta…
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…e o cartucho com caixa compacta, com o label bonitinho.
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Algumas telas

Exerion

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Zaxxon

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Boxing

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E aqui vou me despedindo, com uma foto geral da minha modesta coleção desse querido console da nossa querida Sega!
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Um grande abraço a todos e até o próximo retro-review: SEGA Mark III

Texto/fotos*: Daniel Corisco
*exceto a primeira imagem - internet

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