Retrobits

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Informações Gerais:

Ano de lançamento: 1992
Console: Mega Drive
Fabricante: SEGA
Gênero: Ação/Luta (Beat-’Em-Up)
Número de jogadores: 1 ou 2 (simultâneos na tela)

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Uma briga das boas: Streets of Rage Versus Final Fight!

Do início até mais da metada de década de 90, os gamemaníacos do mundo todo presenciaram a “guerra” entre os consoles de 16 Bits da SEGA e da Nintendo. No ano de 1991 a SEGA tinha criado um concorrente a altura de Mario, no caso o ouriço Sonic, e na questão de jogos no estilo “Beat-’Em-Up” a empresa trouxe ao mundo o jogo Streets of Rage, lançado para o Mega Drive, que foi o mais forte concorrente para o jogo Final Fight, produzido pela Capcom, e que era exclusividade da Nintendo. O jogo da SEGA, pelo menos na minha opinião e de muitos outros jogadores, conseguiu ser mais bem acabado do que a versão de Final Fight do Super Nintendo, que estava longe da versão perfeita que o jogo teve nos fliperamas. Só pra destacar a principal falha, basta dizer que na versão de Final Fight do Super Nintendo, não é possível jogar com dois jogadores de forma simultânea na tela! Em Streets of Rage isso só não é possível, como ele possui ainda uma jogabilidade mais dinâmica, onde golpes aplicados em conjunto pelos personagens são possíveis!

Antes mesmo que a concorrência pudesse fazer uma sequência para o jogo Final Fight no Super Nintendo (Final Fight 2 só sairia no ano de 1993), a SEGA lançou em 1992 a continuação de seu mais bem sucedido “Beat-’Em-Up”: Streets of Rage 2 conseguiu ser tão bom quanto o jogo anterior, e de quebra trazia uma jogabilidade ainda melhor, além de gráficos e sons surpreendentes para um jogo do estilo!

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História

Um ano após a derrota do sindicato do crime comandado pelo maléfico “Mr. X”, a cidade dos heróis Axel Stone, Blaze Fielding e Adam Hunter finalmente parecia ter encontrado a paz. Ledo engano! Mr. X ainda está vivo e sedento de vingança! Na intenção de atrair Axel e Blaze para uma armadilha mortal, o líder criminoso sequestra Adam, e o mantém prisioneiro em sua fortaleza. Os dois partem então em uma missão onde o principal objetivo é salvar seu amigo, além de destruir de uma vez por todas Mr. X e todo seus império de criminosos! Mas Axel e Blaze não irão partir nesta difícil jornada sozinhos, pois eles poderão contar também com a valiosa ajuda de Max Thunder, um campeão de luta livre, e de Skate, que é o irmão mais novo de Adam.

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Gráficos

Os gráficos de Streets of Rage 2 são excelentes, bem melhores que os do jogo anterior! Agora os personagens e tudo mais nos cenários do jogo estão bem maiores e com detalhes mais definidos e visíveis! Os personagens principais estão muito bem caracterizados, sendo cada um bem diferente do outro. Os inimigos também estão muito bem feitos e bem diversificados, indo desde simples punks mal encarados até ninjas armados com afiadas katanas. Os chefes de fases costumam ser sempre sujeitos de grandes proporções, mas desta vez não estão tão exagerados como os que são encontrados no primeiro jogo, que mais pareciam gigantes. Os cenários do jogo são bem variados e trazem centenas de detalhes de fundo bem interessantes, sendo que é possível até mesmo “interagir” com certos objetos dos cenários, como mesas, latas de lixo, máquinas de fliperama, entre outras coisas. As cores estão na medida exata para um jogo de ação mais sério como Streets of Rage 2, com tons mais escuros.

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Efeitos e Trilha Sonora

Os efeitos sonoros de Streets of Rage 2 estão em maior número se formos fazer um comparação com o primeiro jogo, e bem mais diversificados. Todos cumprem bem seu papel, e passam uma boa sensação de “realidade” para o jogador. Há diversos sons de golpes, daqueles que mais parecem terem saído de filmes de luta, e muitos sons característicos para cada tipo de objeto do jogo, sendo todos realmente muito bem feitos! Os personagens gritam ao morrerem, assim como acontecia no primeiro jogo, só que desta vez temos uma maior diversidade nas “vozes” digitalizadas presentes.

As músicas são muito boas! Yuzo Koshiro foi novamente o responsável pela trilha sonora (ele já havia trabalhado no primeiro jogo) e conseguiu se superar, fazendo um trabalho ainda mais digno de elogios! O estilo techno é predominante na trilha sonora de Streets of Rage 2, assim como ocorreu no primeiro game, sendo que ela é composta tanto por temas novos como por músicas remixadas e melhoradas do primeiro jogo. Mesmo para uma pessoa como eu, que detesto música eletrônica e dançante, a trilha sonora de Streets of Rage 2 soa muito, mas muito agradável, tamanha é a qualidade e bom gosto das composições, sem falar que a música casa de forma perfeita com todos os diversos climas pelos quais o jogador irá passar durante a jogatina! Melhor impossível!

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Jogabilidade

A jogabilidade de Streets of Rage, como já foi dito anteriormente, é ainda melhor da encontrada no primeiro jogo. Todos os comandos podem ser executados de maneira rápida e precisa, e a movimentação dos personagens na tela é simples e eficaz. O uso de armas secundárias como canos, espadas, adagas, etc, também é executado de forma segura e eficiente. A “turma do bem” desta vez tem até novos golpes e poderes especiais, algumas bem utéis naqueles momentos de aperto. Mas os poderes especiais dos persongens devem ser usados de maneira cautelosa, pois cada vez que se faz o uso deles, o jogador perde um pouco de sua energia. Os heróis do jogo são bem variados e possuem suas próprias características, que são definidas pelos valores de atributos como força, agilidade, saúde, técnica, etc.

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Dificuldade

Streets of Rage 2 apresenta 4 níveis de dificuldade (Easy, Normal, Hard e Hardest), e quanto mais alto o nível de dificuldade escolhido, maior será o número de inimigos na tela e também a quantidade de suas energias. No total são 8 fases cheias de bandidos mal encarados para serem surrados pelos jogadores, cada uma com um chefe no final. Vale lembrar que os chefes de fase vão ficando mais difíceis a medida que se prossegue no jogo. O último chefe, Mr. X, age da mesma forma que fez no final do primeiro jogo, ou seja, usa uma metralhadora e atira para todos os lados, pouco importando se está acertando seus próprios aliados durante o tiroteio, o que o torna um chefe nada agradável de ser vencido. Destaque para Shiva, o guarda-costas de Mr. X, que é um conhecedor de artes marciais e dá golpes “estilosos”, sendo um dos chefes mais difíceis de todo o jogo.

Modo Duel

Após terminar o jogo, porque não lutar um pouco contra um amigo? Em Streets of Rage 2 há o modo de jogo chamado de Duel, onde se pode travar lutas entre os quatro personagens principais do jogo, podendo até mesmo escolher em qual cenário será travado o combate. Este modo de jogo é exclusivo para dois jogadores.

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Conclusão

Para mim e também para outros vários gamemaníacos amantes de um bom jogo de luta, Streets of Rage 2 foi o ápice da série. Um jogo que conseguiu suprir a necessidade dos donos de um Mega Drive, de possuírem um “Beat-’Em-Up” à altura de Final Fight. Eu particularmente sou mais fã da série da SEGA que a da Capcom, mesmo gostando de ambas, e tenho em Streets of Rage 2 o meu jogo preferido dentro de seu estilo! Bem que a SEGA poderia fazer um novo jogo da série Streets of Rage, mas que não estraguasse as coisas como a Capcom fez com sua lendária série Final Fight no Playstation 2….

Análise escrita por: André Breder Rodrigues

 
 

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22 Comentários em “Streets of Rage 2 – O melhor “Beat-’Em-Up” já feito!”

  1. User Gravatar Fera-Fox | 01/31/08 - 20:18

    Street Of Rage 1 2 e 3, foi o game de adolecencia, me lembro que passava altas horas da madruga para jogar o game, mesmo fechando jogava de novo, a trilha sonora é animal, pelo qual fazia adaptações enchia de gambiarra só para colocar num aparelho de som stereo, na época não tinha tantas facilidades, e até nos dias de hoje deixo de jogar otimo game atuais, para poder me divertir nos street of rage graças ao modo online aonde posso combinar com meu parceiro de game de adolescencia, para jogarmos grandes perolas da nossa epoca…

    me relatei emocionado, desculpe por erros de portugues,

  2. User Gravatar Alexandre_Metal | 01/31/08 - 22:55

    Caraca André! Lendo esse tipo de análise cada vez mais eu me convenço em preservar o meu MEGA DRIVE velho de guerra.

    Dá pra ver que você gosta mesmo do game pelo jeito como você coloca as palavras. Eu adoro a parte 2 do game, mas tenho um carinho especial no primeiro game porque ele me faz lembrar a época em que eu jogava nas locadoras com os amigos.

    Eu também detesto música eletrônica dançante, mas no caso de Street of Rage (Bare Knuckle, meu cartucho é japa) dá relevar devido ao talento do Yuzo, eu fico até imaginando uma guitarra sobre as melodias rsrsrs.

    Análise perfeita!

  3. User Gravatar flavio do carmo rocha | 01/31/08 - 23:48

    realmente muito melhor que os final fight

  4. User Gravatar Grandpa | 02/1/08 - 8:57

    Streets of Rage 2 é excelente mesmo !

    O primeiro também é excelente. A trilha sonora é fantástica.
    Concordo que é bem melhor que os Final Fight do SNES. Só o Final Fight dos arcades é que é fica pau-a-pau com Streets of Rage 2.

    A única coisa que eu senti falta em SOR2 foi a polícia. Por mais absurda que era a presença da polícia no primeiro Streets of Rage, eu gostava de acioná-la nos momentos de perigo.

  5. User Gravatar Guilherme | 02/1/08 - 10:26

    Streets of Rage foi sensacional, eu lembro que eu tinha uma versão bizarra, acho que era japonesa que se chamava Bare Knuckle, que na verdade era o mesmo jogo.

    Desses tipos aí, eu curtia muito o de fliperama Vendetta, que tinha um kra parecido com o Hulk Hogan.

    Abraços

  6. User Gravatar XandeR Max | 02/1/08 - 10:27

    Pô André Breder, matou a pau na sua analise!!! Leitura muito agradavel.
    Esse foi uns dos jogos do mega que me fez ir na locadora muitas vezes.
    Considero este com os graficos bem melhores do que SoR3, não gosto da paleta de cores do 3, usa muitos cinzas.
    Belo trabalho cara.

  7. User Gravatar Guilherme | 02/1/08 - 11:41

    Pô, o XandeR falou tudo, boa era a época em que tínhamos locadoras para jogos, hoje, na verdade com a chegada do PS1 e do N64, não existe mais isso, por causa dos preços exorbitantes dos jogos, era uma pena, me diverti pra caramba, terminei Lufia 1 e 2 só pela locadora.

    Aleluia que temos os emuladores hoje.

    Abraços
    Guilherme

  8. User Gravatar Samuel Batista | 02/1/08 - 12:11

    @Guilherme
    Na verdade Bare Knuckle não é uma versão bizarra e sim o mesmo jogo com o nome japonês!

    Tem quem prefira o Bare Knuckle por conta das artbox, cenas não censuradas, etc…

  9. User Gravatar Alexandre_Metal | 02/1/08 - 18:27

    @Samuel
    Geralmente a arte do jogo japonês é melhor mesmo, tanto é que tenho dois cartuchos (Americano e Japonês) dos games: Sonic 1, Out Run, Street Fighter II, Streets of Rage 2, Truxton etc…).

    Ha, versão bizarra… rsrs

  10. User Gravatar Nigazallucard | 02/3/08 - 16:54

    Bom, é o meu preferido MUSICALMENTE falando, ja perdi as contas de quanas vezes eu joguei so pra “re-ouvir” a trilha sonora, uma tendencia flash house fantastica e soberba.Yuzo koshiro eh o mestre.

    Agora falando de porrada é um otimo game, mas pra mim nao bate o ff não…
    Pramim o melhor beat’n'up eh o aliens vs predator, seguido de sengoku 3 e cadillac & dinossaurs. Ja nos consoles, a briga eh boa, o sor 2 ganha por pouco.Até sair uma versao de captain comando, no final da geraçao snes.

    O que eu AMO nesse jogo, indubtavelmente eh a trilha sonora.Meu DEUS, um espetáculo. tanto do 1 como do 2.

    E eu nao concordo sobre er esragado a serie no “streewiase”(ps2/xbox) tipo levaram a outra realidade, mais realisa digamos, e segue a historia peo universo do irmão de cody.Se jogar a fundo verá, Agora nao o considere beat’n'up, pq realmente não é.Alias, nao existe mais BEAT’N'UP desde a geração 32bits…. infelizmente.
    O último a sair foi um dos meus preferidos, SENGOKU 3(neogeo/snk)

  11. User Gravatar André Breder | 02/3/08 - 20:53

    Nigazallucard, talvez o que vou dizer aqui seja até desnecessário para você, mas mesmo assim vou falar: é importante que fique claro que cada análise minha é apenas uma reflexão pessoal sobre algum jogo. Você, e qualquer outra pessoa, possui todo o direito de discordar se achar necessário do que escrevo nas minhas análises, pois elas são meramente opiniões mesmo.

    Quando falo que Streets of Rage 2 é o “melhor Beat-’Em-Up já feito” ou um jogo melhor que os da série Final Fight, não estou querendo colocar isso como uma verdade absoluta, é apenas minha opinião. Alguns vão ter a mesma opinião a respeito do jogo, já outras tantas pessoas irão discordar. Tudo é uma questão de gosto pessoal mesmo.

    Só quis esclarecer, para que ninguém pense que eu sou um “babaca” que se acha o dono da verdade.

  12. User Gravatar Nigazallucard | 02/3/08 - 23:30

    ah nao de boa, no meu caso tb eh so minha opiniao, hehehehe
    naum me leve a mal nao.
    Com certeza eh desnecessario sim o aviso. ^^
    Eu SEMPRE coloco minha opiniao sobre o tema, isso é normal, acho q ta bem claro q eu nao quiz dizer q esta ERRADO, pelo contrario.Eu gosto de muitos games tb q outros nao gostam, so quis expressar meu gosto pessoal tb.
    Abraços.

  13. User Gravatar Ed ZX | 02/4/08 - 10:41

    Análise excelente assim como o game. Street of Rage 2, é um exemplo em que o segundo jogo de uma franquia é bem superior ao primeiro, mesmo este sendo perfeito. É meu beat´n´up preferido logo atrás do Final Fight (arcade) e Alien VS Predator (arcade).
    O destaque fica para o som, mestre Yuzo Koshiro humilhou. Falando nisso por onde anda o mestre Yuzo!?

    Valeu!!

  14. User Gravatar Samuel Batista | 02/4/08 - 11:38

    @Ed ZX
    Mestre Koshiro anda fazendo música aí prum joguinho novo… tal de Super Smash Bros Brawl. Já ouviu falar?

  15. User Gravatar Ed ZX | 02/5/08 - 17:10

    E ae galera!!
    Obrigado Samuel Batista!

    Pelo visto lá vou eu gastar minhas economias para comprar um Wii… kkk

    Já pesquisei que o Super Smash Bros Brawl vendeu meio milhão de cópias em apenas um dia.

    Dá-lhe turma do Mário ao som do mestre Koshiro.

    Valeu!!

  16. User Gravatar Youta (Vinícius) | 02/5/08 - 17:26

    Ótima análise! Também fiz um review sobre um dos melhores jogos 16-bits que já joguei. Pena o jogo ter desandado na terceira versão.

    Seria animal ter um beat-em-up com a mesma cara da época, só que com efeitos melhores. Sem frescura de polígonos, no máximo um Cell-Shading.
    Ah, nostalgia.

    Ah, o review tá aqui: http://stationsquare.wordpress.com/2007/11/12/voce-lembra-streets-of-rage/

  17. User Gravatar Alexandre_Metal | 02/5/08 - 19:19

    @Youta (Vinícius)
    Compartilho da mesma opinião que você…
    De que adianta ter um game (atualmente) cheio de polígonos, gráficos em 3D se a diversão é 0 ?!

  18. User Gravatar saga | 02/6/08 - 23:20

    nem com a criaçao do Final Fight 3
    superou o sor 2

  19. User Gravatar Leandro Dantas | 02/8/08 - 9:20

    Parabens por esse tutorial…..!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Eu tambem me lembro, que cresci jogando esse jogo, era um dos favoritos 1.2.3.
    Eu deixo de jogar esses jogos de hoje em dia, pra jogar esses…….
    Eu sou muito fáaaa ods Video Games Antigos……

  20. User Gravatar FÁBIO SARAIVA | 07/18/08 - 15:58

    com todo respeito e parodiando o que disse o criador do ótimo blog que cada um tem seu gosto deixo meu comentário que street of rage um me traz mais emoção que o 2.pelas músicas e os chefes ahh…as “mulé do barco…”

  21. User Gravatar Wolfgangster | 10/1/08 - 2:29

    Concordo plenamente com o Nigazallucard. Em termos de trilha sonora pode ser considerado imbatível, agora tecnicamente, acho que ficou abaixo não só de Final Fight 3 como também de outros do gênero (embora eu ache que até Final Fight 2 tenha ficado no mesmo nível, bem como Return of Double Dragon e até mesmo o Captain Commando do Snes, porque o do PS1 ficou muito superior), ou seja, fora esses, acho que ficou abaixo de Knights of The Round, The Punisher e Tartaruga Ninja 4. Na verdade só ficou superior mesmo ao belo pedaço de merda do Final Fight 1 do Snes, onde a Capcom realmente cagou. Mas até aquele momento a produtora estava iniciando o processo de conversão dos jogos de Arcade para consoles caseiros, perfeitamente compreensível.

    Depois a Capcom foi melhorando gradualmente. Elevou o nível de Final Fight 2, deixando-o em pé de igualdade com qualquer Street of Rage e deu a volta por cima com Final Fight 3, que ao meu ver, comparado a Street of Rage, é um Beat-Em-Up mais dinâmico, divertido (por ser mais frenético), enfim, pela QUALIDADE. Personagens maiores, mais rápidos, mais carismáticos, e com uma boa variedade de golpes e com o acréscimo de especiais.

    Acontece que muitos que veneram Street of Rage são movidos ao sentimentalismo. Jogaram quando crianças e se encantaram pela trilha sonora. Cresceram com as músicas na cabeça e o jogo passou a ter um certo valor sentimental que remete ao passado de cada um, período no qual muitos ainda estavam amadurecendo e se desenvolvendo como pessoas. Qualquer musica de infância passa esse sentimento de nostalgia e traz uma magia diferente, referente ao conteúdo dela, no caso, Street of Rage. Enfim, nada mais que isso.

    Vamos analisar o jogo friamente. O jogo tem suas limitações, primeiro pelo tamanho dos personagens, são notoriamente menores que os de qualquer Final Fight. Segundo, são mais lentos comparados aos de FF3. Terceiro, os cenários apresentam a mesma quantidade de inimigos que surgem simultaneamente ao redor, uma remessa de quatro por rodada. O mesmo que Final Fight 3 (este seria um ponto positivo caso vocês considerassem o jogo similar ao FF3, mas fica como negativo porque vocês simplesmente rebaixam FF3 sem critério algum).

    Conclusão: É somente um bom jogo de Beat-Em-Up, nada de excepcional. Conseguiu superar FF1 do Snes, se igualar ao FF2, e perder para o FF3 pelos motivos já mencionados acima. No geral, de 0 a 10, média 7.

  22. User Gravatar Hospede_Maldito | 09/24/09 - 17:25

    Na minha opiniao streets of rage 2 perde para os jogos de beat up em jogabilidade,porem a diversão e o clima que o game passa ao jogador é mais do que uma simples musica bem colocada. Comparando os estilos dos jogos do mesmo patamar como final fight, double dragon e capitão comando. Streets of Rage 2 é mais divertido e gostoso de se jogar. Exemplo: Final Fight 2 é game de briga de rua e a maioria do figurino dos inimigos que se enfrentam não são exatamente isso assim como em captão comando e double dragon. As veses é pelo fato da musica de Final Fight e companhia não ter nada a ver com a nostaugia de movimentos e golpes dos personagens que não dá tanto praser de se jogar.

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