Retrobits

Informações Gerais:

Ano de lançamento: 1993
Console: Super NES
Fabricante: Capcom
Gênero: Ação/Luta (Beat-’Em-Up)
Número de jogadores: 1 ou 2 (simultâneos na tela)

Final Fight Versus Streets of Rage: A Capcom tenta reagir!

A primeira investida de Final Fight no Super NES, mesmo tendo feito sucesso, não conseguiu trazer para o console da Nintendo toda a perfeição vista nos fliperamas. O jogo em si, lógico, tinha gráficos e sonoridade inferiores a versão original, mas até aí tudo bem. O grande ponto negativo mesmo foi que o game só trazia dois personagens disponíveis para o jogador escolher (Haggar e Cody), e não havia a possibilidade de dois jogadores simultâneos, na verdade só havia mesmo o modo de um jogador! Essa foi realmente uma mancada da Capcom na conversão de um de seus maiores clássicos, e o principal motivo para muitos nem gostarem da versão “caseira” de Final Fight lançada para o Super NES. Enquanto isso a SEGA foi mais esperta, e acabou lançando tempos depois para o seu Mega Drive, o seu próprio Beat-’Em-Up para fazer concorrência direta com Final Fight, e fez isso muito bem, criando um jogo muito melhor acabado, trazendo até três personagens diferentes para escolher e o melhor de tudo: a possibilidade de dois jogadores simultâneos na tela! É claro que estou me referindo ao jogo Streets of Rage, que é sem dúvida um dos melhores jogos dentro de seu gênero.

Na tentativa de amenizar um pouco as coisas, e por causa dos pedidos de muitos fãs, a Capcom chegou até a lançar tempos depois uma nova versão de Final Fight para o Super NES, intitulada “Final Fight Guy”, que era o mesmo jogo já visto antes mas que agora colocava o personagem Guy disponível para a escolha. “Legal agora podemos escolher os três personagens!!!” Nada disso, pois para a “entrada” de Guy, o personagem Cody teve que sair, e o jogo continuava sendo apenas para um jogador. Se a Capcom quisesse realmente fazer um jogo que pudesse concorrer com Streets of Rage, teria que fazer algo melhor, algo mais bem feito. Surgia então em 1993, sendo um lançamento exclusivo para o Super NES, a tão esperada continução de seu Beat-’Em-Up: Final Fight 2!

Um jogo mais bem acabado, mas ainda faltando alguma coisa…

Antes que Final Fight 2 visse a luz do dia, a SEGA já tinha colocado no mercado a continuação de seu jogo de luta no ano de 1992: Streets of Rage 2 não só era uma sequência ainda melhor do que a original, como trazia grande inovações em relação a sua jogabilidade. Realmente o Super NES precisa de um Beat-’Em-Up de qualidade, e Final Fight 2, mesmo sendo inferior a Streets of Rage 2, conseguiu melhorar a situação para o lado da Nintendo, pois desta vez os jogadores teriam um jogo de verdade, com três personagens diferentes para escolher, e claro, a opção de dois jogadores simultâneos na tela surrando um gang inteira!

A história do jogo não é muito original, mas também não comprometia: algum tempo depois dos eventos ocorridos no primeiro Final Fight, uma nova missão para Haggar está para surgir. O brigão está novamento cumprindo seus deveres como prefeito de Metro City, enquanto sua filha Jessica está em uma viagem de férias com Cody, e o destemido Guy está cumprindo uma nova missão para aperfeiçoar seu treinamento em um local desconhecido. Mas tudo o que é bom dura pouco. A aparente paz seria rompida com o aparecimento de um novo vilão do crime chamado Retu, que trouxe a Mad Gear de volta das cinzas e a transformou numa facção criminosa ainda mais perigosa do que originalmente era! Os remanescentes da velha Mad Gear desejam vingança, e um novo sequestro ocorre: desta vez a bela Rena e o sábio Genryusai, respectivamente noiva e mestre de Guy, são as vítimas! Dois dias após o sequestro, Haggar então recebe uma ligação de Maki, a irmão de Rena, que o informa sobre o ocorrido e pede sua ajuda. Com Guy e Cody ausentes, Haggar contará então com a ajuda de Carlos Miyamoto, um exímio espadachim, para se unir a Maki nesta nova luta contra a famigerada Mad Gear!

Final Fight 2 veio realmente para tentar limpar a “mancha” deixada pela versão regular do primeiro jogo da série no Super NES, mas mesmo sendo um game melhor que o anterior, ainda assim muitos fãs reclamaram da falta de inovação. Tirando as questões já citadas sobre o número de personagens e o modo de dois jogadores, que realmente fizeram falta no jogo anterior ou foram mal impregados, Final Fight 2 era aquele jogo do tipo “mais do mesmo”, que não trazia praticamente nenhuma diferença em relação ao original. Enquanto no lado rival, a sequência de Streets of Rage trouxe boas inovações em relação a jogabilidade, por exemplo, Final Fight 2 pecava por ser um jogo onde faltou mais empenho por parte dos produtores, que parecem que tiveram medo de renovar o jogo e com isso acabar desagrando aos fãs mais “puristas”.

Os novos protagonistas!

Cada um dos três personagens principais de Final Fight 2 possui suas próprias características, tendo prós e contras, assim como ocorreu com os personagens do jogo original:

Haggar: Continua sendo o mais forte dentre os protagonistas. Seus golpes mais simples já são capazes de causar bastante dano aos inimigos, e agora Haggar possui a capacidade de executar um pilão giratório, que continua tão contundente quanto o pilão simples do jogo original. O ponto negativo de Haggar em relação aos outros dois personagens continua sendo o fato dele ser o mais lento em sua movimentação, o que o torna alvo fácil para inimigos mais rápidos.

Carlos: Assim como era Cody no jogo original, este é o personagem mais balanceado de Final Fight 2. Combina muito bem velocidade e força, sendo o personagem mais indicado para jogadores novatos que queiram um personagem que traz as características básicas para manter de forma mais fácil a sua sobrevivência no jogo.

Maki: A cunhada de Guy é praticamente uma versão feminina dele! É a personagem mais veloz do jogo, possuindo também a maior sequência de golpes possíveis (5 no total). Assim como Guy ela possui a habilidade de saltar e “quicar” nas paredes, podendo desta forma dar voadoras certeiras nos inimigos mesmo estando encurralada. E pra fechar o campo de igualdades entre Maki e Guy, a moça assim como foi seu cunhado no jogo original, é o mais fraco dos três personagens, sendo que seus golpes são os que causam menos danos aos inimigos.

Mais do mesmo…mesmo!

Assim como no primeiro Final Fight, durantes as diversas fases do segundo game os jogadores encontrarão vários tipos de armas que poderão ser usadas contra os inimigos. Da mesma forma, também poderão ser encontrados diversos tipos de itens escondidos, em latões de ferro e em outros objetos. Estes itens são sempre bem utéis, e podem dar pontos ao jogador, restaurar a energia perdida e até mesmo invencibilidade temporária, dependendo do tipo de item, claro.

E para fechar de vez as igualdades entre os dois jogos, em Final Fight 2 também há duas fases bônus, onde o jogador poderá ganhar muitos pontos, e desta forma “faturar” vidas extras ao atingir certas pontuações. A primeira fase bônus é bem parecida com a primeira vista no jogo original, pois deve-se (mais uma vez) destruir um carro. Já a segunda fase bônus de Final Fight 2 é algo novo: deve-se destruir vários barris de ferro. Isso seria uma tarefa bem fácil, se os barris não estivessem cheios de combustível e soltassem labaredas de fogo constantemente.

Gráficos

Final Fight 2 traz gráficos melhores dos que foram vistos nas duas versões do jogo original que foram lançadas para o Super NES. As cores usadas no jogo foram muito bem escolhidas, e todas dão uma certa “obscuridade” aos ambientes. O Final Fight original, que era ambientado somente na cidade de Metro City, possuía cenários bem diversificados e bem detalhados. Já Final Fight 2 expande tudo isso, pois o jogo é ambientado em diversos países ao redor do globo, fazendo então que os cenários fossem todos bem diversificados entre si.

Os cenários de fundo de Final Fight 2 são bem interessantes, sendo que alguns deles trazem até mesmo personagens ilustres como a lutadora Chun-li, que é vista almoçando em Hong Kong, e Guile, que estranhamente está servindo na força aérea francesa.

O design dos personagens principais do jogo, bem como dos inimigos menores e vilões, está muito bem feito. Os personagens principais possuem roupas legais, sendo que até mesmo Haggar, que continua gostando de lutar sem camisa para assim exibir seus músculos e desta forma amendontrar seus adversários, está com diferenças em relação ao original. Maki usa uma roupa bem sensual, que realça suas belas curvas, e Carlos realmente demonstra que sua cor preferida é o azul, pois está é a cor predominante de sua bacana roupa ninja. Destaque para os vilões do jogo, que como não poderiam de ser em se tratando de Final Fight, são todos brutamontes, e por isso trazem detalhes interessantes de serem observados pelo jogador.

Efeitos e Trilha Sonora

Os efeitos sonoros do jogo são todos muito bem feitos e variados. Os sons dos golpes é bem bacana, e bem típico de jogos do gênero Beat-’Em-Up, te passando a sensação que você realmente está “moendo” os inimigos na “pancada”. Cada inimigo morto emite um gemido antes de ir “pro saco”, e variam de acordo com a estatura do mesmo, sendo que inimgos, digamos, normais tem um gemido mais agudo, enquanto que os brutamontes soltam um berro mais grave. Os sons das explosões, objetos quebrando, etc, tudo está perfeito!

A trilha sonora traz temas, em sua grande maioria, com melodias sombrias, passando para o jogador muito bem o clima de estar lutando contra um verdadeiro “sindicato do crime” espalhado pelo mundo. Assim como no jogo anterior nenhum tema, pelo menos na minha opinião, merece receber grandes elogios ou ser considerado como uma obra prima musical. As músicas de Final Fight 2 cumprem muito bem o seu papel no jogo, mas nada além disso. Nada de temas grudentos, que fazem você ficar assobiando a melodia, ou aquela música que você não consegue tirar da cabeça. Algo bem diferente da trilha sonora do concorrente (Streets of Rage) que traz músicas realmente memoráveis, tanto que até hoje elas estão grudadas na minha mente. E olha que eu nem curto músicas dançantes! Felizmente Final Fight 3 traria uma trilha sonora mais bacana, pelo menos. Desta forma a série da Capcom deixaria de tomar uma verdadeira surra da sua principal concorrente no campo da musicalidade.

Jogabilidade

A jogabilidade de Final Fight 2 continua a mesma do jogo original, ou seja, é simples mas eficiente. Os personagens principais continuam podendo distribuir seus golpes com maestria nos pobres adversários que cruzam o seu caminho. A movimentação dos personagens na tela é bem rápida, e mesmo o “lerdo” do Haggar se movimenta de forma mais ágil do que a vista no primeiro Final Fight. Os controles são ótimos… mas cada a inovação?

Muitos fãs se queixaram disso, ainda mais que Streets of Rage 2 trazia toda uma jogabilidade renovada e bem mais interessante do que a vista em Final Fight 2. A Capcom parece que não quis arriscar ou então não teve realmente a intenção de criar na época um jogo que fosse muito diferente do original, ainda mais que a primeira investida da série no Super NES não havia sido recebida por todos com muito alegria por causa de seus já citados problemas e cortes. Esse “problema” seria resolvido dois anos depois, com o lançamento de Final Fight 3, que traria um jogabilidade bem mais diversificada e renovada.

Dificuldade

O jogo traz 4 níveis de dificuldade (easy, normal, hard e expert) ficando então na mão do jogador determinar aquele que esteja condizente com sua habilidade, ou falta dela. As fases seguem, em grande parte do tempo, no sentido horizontal (pois haverá partes em que a ação rola também no sentido vertical), com os inimigos aparecendo gradativamente em grupos de no máximo três. Os inimigos são bem variados em sua forma de ataque, fazendo com a princípio o jogador tenha que ficar atento quanto a isso para não ser surpreendido.

Como é tradicional nos Beat-’Em-Ups, as fases de Final Fight 2 não trazem nenhum obstáculo, exceto em uma determinada fase onde existem minas terrestres, mas que podem ser facilmente percebidas pelo jogador, e evitadas. O legal destas minas é que inimigos mais “desmiolados” costumam pisar nelas, fazendo com que seja até divertido ver os otários caindo nas suas próprias armadilhas!

Os chefes brutamontes do jogo podem dar um pouco de trabalho, mas nada que seja muito difícil, com exceção do último chefão, que custama ser bem “apelão”. Manter uma boa distância e contra-atacar sempre que possível é uma boa pedida para evitar perder muita energia, e consequentemente morrer nas mãos dos inescrupulosos chefes de Final Fight 2. E falando em chefes, uma curiosidade: o chefe Rolento, que havia sido cortado da versão do primeiro jogo lançado para o Super NES, deu as caras em Final Fight 2, para alegria dos fãs.

Conclusão

Apesar dos pesares (leia-se falta de novidades) Final Fight 2 conseguiu agradar grande parte dos fãs que ficaram decepcionados com a versão “mais ou menos” que o Super NES recebeu do jogo original. Finalmente os usuários do console de 16 Bits da Nintendo puderam jogar em dupla um Beat-’Em-Up de qualidade! Mesmo ficando abaixo de Streets of Rage 2, a continuação de Final Fight é um excelente representante de seu gênero, sendo capaz de proporcionar muitas horas de diversão. E para os mais “reclamões”, bastavam esperar mais dois anos para poderem jogar Final Fight 3, que é para mim, o melhor jogo produzido da série, mas isto é assunto para uma próxima análise…

Análise escrita por: André Breder Rodrigues

 
 

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9 Comentários em “Final Fight 2 – Finalmente o Super NES recebe um Beat-’Em-Up de qualidade!”

  1. User Gravatar gabriel_zanetti10 | 09/12/08 - 15:37

    òtimo jogo e ótima analise

  2. User Gravatar FeraFox | 09/12/08 - 23:12

    me lembro do lançameto do Final Fight do Snes, para època foi um Show, porque enquanto nos fliperamas a galera gastavam muitas fichas para poder chegar longe, no Snes jogava a vontade sem se preocupar com gastos de vidas e continues,,,

    o que mais me agradava era os sons dos golpes que na minha opinião eram bem mais realistas do que no própio Arcade…

    sobre as versões superiores Final Fight 2 e 3, não me agradou tanto, mesmo com a possibilidade de 2 players e mais personagens… fugiu um pouco da primeira versão parece que ficou mais desenho animado e os personagesn deram uma encolhida no meu gosto. e os golpes da impressão que não atingem de cheio como é na primeira versão;;;

    mas em todo caso é um prato cheio para fãs de Beat-’Em-Ups, é diversão garantido e muitas horas de luta…..

    abraços a todos

  3. User Gravatar Flávio Santos | 09/13/08 - 10:24

    Eu concordo com a análise na questão de que o primeiro Final Fight no Super Nintendo ficou meia boca. Conheci Final Fight nos fliperamas, tendo conseguido até terminar este jogo com apenas duas fichas certa vez. Quando vi a versão cheia de cortes do Super Nintendo não tive como não torcer o nariz. A capcom podia ter dado ao Final Fight 1 o mesmo tratamento que deu para o Street Fighter II, que já em sua primeira versão para o Super Nintendo foi show de bola, tanto que é até hoje o jogo mais vendido da empresa. Felizmente Final Fight 2 e 3 foram feitos com mais carinho e respeito pelos fãs, sendo que considero ambos tão divertidos quanto o clássico Final Fight 1, mas a versão dos fliperamas, lógico, não a do Super Nintendo.

  4. User Gravatar Ivo | 09/13/08 - 11:52

    Esse realmente é um ótimo jogo. A grande sacada na época era finalmente jogar com 2 players o Final Fight, como você disse … que não acontecia na primeira versão de Snes.
    Sinto muita saudade de jogos “Beat-’Em-Up” nos dias atuais.

    Para quem se interessar e tiver Xbox 360 saiu um jogo muito divertido nesse estilo para comprar na Live chamado Castle Crashers, muito bem sacado e divertido (ótima pitadas de humor).
    Site: http://jogos.uol.com.br/xbox360/analises/castlecrashers.jhtm

    Para terminar !! Parabéns pela análise André !!
    Espero que você faça mais análises de jogos Beat-’Em-Up (Rushing Beat era ótimo).
    Abraços

  5. User Gravatar Dino | 09/13/08 - 12:47

    Poxa, esse jogo é muito bom. Pra mim continua sendo o melhor dos 3, apesar da jogabilidade (faz muita falta a corrida dando 2 toques no direcional!). Acho que é por que foi o primeiro que joguei. Tô com ele inclusive no meu DS atualmente. Se não me engano esse Carlos é brasileiro, né? Pena que seus trejeitos sejam meio suspeitos, kkk. Bela análise.

  6. User Gravatar Everlan | 09/14/08 - 12:36

    Otima analize, só não concordo com o titulo “Final Fight 2 – Finalmente o Super NES recebe um Beat-’Em-Up de qualidade!” acho q não foi dessa vez q o snes recebeu um Beat-’Em-Up de qualidade, a ação é repetitiva d+, chega a ser cansativo apenas socar os inimigo de fase em fase com pouca ou nenhuma variação, assim como vc eu concordo q não tem como comparar com Streets of Rage 2 (infinitamente superior a Final Fight 2) apesar de impopular Super Double Dragon de snes na minha opinião é melhor q esse Final Fight q tb é muito inferor a Streets of Rage, no maximo o q o snes teve foram Beat-’Em-Ups mediocres e até jogaveis.

  7. User Gravatar Fabinho Vicious | 09/15/08 - 9:48

    Bela matéria, lembro que o primeiro jogo que aluguei pra SuperNintendo foi o Final Fight 1,
    em meados de 92, por ai, o engraçado é que eu cheguei a zerar no proprio nintendo e isso
    é um feito raro no emulador, o Final Fight 2 em diferença do primeiro, é muuuuuuuito mais facil
    lembro que alguei e fui jogar na casa do meu amigo, terminamos na primeira, acredita?
    Nem tomamos conhecimento do jogo na época, mas divertido.
    O que não fui muito a favor foi compara-lo a Street of rage, pois pra mim (eu disse pra mim)
    os jogos do SUperNintendo eram superiores a imagem e som do Mega Drive, compare por exemplo
    o MK2 do Super e do Mega, o Super tinha a imagem mais limpa, com uma coloração melhor e
    um som mais limpo q do mega, por isso, por mais que Street of Rage (q eu nunca joguei mais de
    1 vez)seja melhor em inovações q Final FIght, eu ainda preferiria o Final Fight.
    Abraços.

  8. User Gravatar edinei | 09/15/08 - 19:33

    Ótima análise! O primeiro Final ight ficou fraquinho no Snes, mas o segundo melhorou um pouco as coisas. A polêmica de qual era melhor, Street of Rage 2 ou Final Fight 2, cada qual defendendo seu gosto.

    Particularmente sou muito mais Street of Rage. Aliás, som era o que SOR2 tinha de mais impressionante. Melhor que Street of Rage, talvez (talvez mesmo), só a versão Sega CD ou original =)

    Final Fight 2 até considero um bom jogo, mas é repetitivo demais. Também sempre achei que o Carlos era brasileiro. Li não lembro onde.

    =======
    E esse meu avatar que não funciona mais!

  9. User Gravatar Wolfgangster | 09/28/08 - 5:39

    Ótima análise, bem detalhada, explicativa, caprichada.

    O jogo ficou melhor que o 1, fez mais do que a obrigação, visto que a primeira versão ficou um lixo. Não acho que Street Of Rage seja tão superior assim, penso que ficou no mesmo nível. Final Fighter 2 agradou grande maioria, é um jogo que não pode faltar na galeria daqueles que curtem esse gênero.

    E concordo plenamente com o autor da análise quando ele se refere ao Final Fight 3 como o melhor jogo de toda a série. Vou mais além, ficou no mesmo nível que a versão original do Sega CD/Arcade. Primeiro: Pela adição de mais personagens. Segundo: Pelas cenas do enredo que transcorre nos intervalos de cada fase vencida. E terceiro (e principal): Sabe aqueles golpes especiais (com dois botões) que consumiam energia dos personagens na medida em que eram executados, e que nas versões originais Arcade/Sega CD eram tidos como os golpes mais fortes? Então, em FF3 eles passaram a ser golpes alternativos, pois cada personagem ganhou um poderoso “especial extra” com direito a efeito na tela através de uma barra de life que fica no canto inferior da tela. Causa um dano monstruoso nos adversários comuns. Se usado com inteligência nos chefões, ajuda muito, principalmente em situações adversas.

    Me arrisco a dizer que Final Fight 3 (além de Final Fight Sega CD/Arcade, claro) ao lado de The Punisher, são os melhores Beat-Em-Up da história dos games.

    No mais, estou curioso para ver a análise de Final Fight 3 por aqui. As que garimpei nesses fóruns, ficarão meia boca.

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