Ano de lançamento: 1999
Console: PlayStation One e PC
Fabricante: Square (hoje Square Enix)
Gênero: RPG
Após o sucesso estrondoso de Final Fantasy VII na indústria dos games, a espera de um novo jogo da principal franquia da Square foi ainda mais intensa por parte dos fãs. Superar o jogo antecessor se mostraria ser uma tarefa impossÃvel, mas ainda assim a Square não faria feio, e tampouco deixaria de arriscar na busca de criar um novo jogo que fosse tão bom quanto o anterior, mas sem para isso repetir uma mesma fórmula. Final Fantasy VIII saiu em 1999, e dividiu a opinião dos fãs. Enquanto alguns adoraram as melhorias técnicas do jogo, outros fãs, principalmente os mais velhos, não gostaram tanto assim das “inovações” e da quebra de tradições que Final Fantasy VIII trazia para a série.
A história do jogo tem dois personagens principais, Squall e Rinoa, que formam o par romântico de Final Fantasy VIII. Enquanto Squall é uma pessoa fria e que não gosta de fazer/manter laços com as outras pessoas, a jovem Rinoa é sentimental e alegre. No mundo de Final Fantasy VIII, Squall é um estudante da “Garden” de Balamb, que é um tipo de escola privada que treina e forma soldados, que dedicam suas vidas no cumprimento de arriscadas missões ao redor do mundo. Rinoa é a principal lÃder de um grupo que busca a indepência de seu território das mãos de um lÃder tirano. No decorrer da história do jogo os dois vão ter que trabalhar juntos, terão alguns desentendimentos mas posteriormente acabam se apaixonando.
Final Fantasy VIII tem sim uma históra bem complexa, cheias de guerras, mistérios, surpresas e conflitos pessoais, mas seu foco é mesmo na romântica história de Squall e Rinoa. Até mesmo os outros personagens do jogo tem uma participação semelhante a de atores coadjuvantes em um filme, mesmo que todos tem uma história a ser contada. A intenção dos criadores de Final Fantasy VIII foi realmente essa, de dar destaque para a história do par romântico do jogo, deixando os outros personagens em segundo plano. Isso acaba sendo um dos motivos das crÃticas dos velhos fãs, que estavam acostumados a ver todos os personagens de um jogo da franquia com histórias mais profundas e uma participação tão importante no desenrolar do jogo quanto dos protagonistas.
Mesmo assim alguns personagens secundários se destacam como o problemático Seifer, que é uma espécie de rival para Squall. Tudo bem que ele não é um vilão do calibre de um “Sephiroth”, mas mesmo assim tem seu estilo. Seu modo arrogante de ser e sua forma egoÃsta de agir são o seu charme. Outro personagem que se destacaria na trama é o soldado Laguna, que junto com seus dois companheiros Kiros e Ward, traz um clima mais divertido e até mesmo cômico para história do jogo, que em sua quase totalidade é séria e mais adulta.
Em Final Fantasy VIII as criaturas que podem ser invocadas tem o nome de GF (Guardian Force), só que elas possuem neste jogo um papel muito mais importante do que nos anteriores. Os GFs continuam tendo como principal função ajudar os jogadores durante as batalhas, mas isso é apenas o básico. Em Final Fantasy VIII não existem armaduras ou escudos, e nenhum personagem possui a habilidade de aprender magias. Para que eles possam se defender, melhorar seus atributos e usar magias, tanto de cura quanto de dano, eles tem que se “unir” a algum GF, em um sistema interessante que é chamado de “Junction”. Os GFs são os responsáveis pelo aprimoramento dos atributos de todos os personagens, além de permitir que os mesmos executem certos comandos que são primordiais no jogo, como o “Draw”, que permite que magias sejam “roubadas/drenadas” dos monstros e demais oponentes, e então deixa com o jogador a escolha de usar imediatamente a magia, ou ainda “estocá-la”, para que fosse então utilizada quando bem entendesse. Magias “estocadas” vão influenciar diretamente no melhoramento das condições gerais dos personagens, já que as próprias magias podem ser equipadas para melhorar a defesa e também para o aumento dos outros atributos. Há também os “Draw Points”, que são locais espalhados pelo mundo de onde o jogador também pode “drenar” magias. Muito dos fãs antigos não gostam desse sistema de Draw, pois dizem que ficar horas e horas fazendo “Draw” em monstros para estocar magias não é algo nada divertido, e sim bem cansativo. Muitos declaram que destestam também o fato de que em Final Fantasy VIII as magias são contadas como itens singulares, o que veio a acabar com a existência do MP, algo tradicional na série.
Outra quebra na tradição da série que o oitavo episódio trouxe, foi que nele as armas dos jogadores são as mesmas do começo ao final do jogo, sendo que elas só recebem melhoramentos por meio da compra ou do encontro de certos livros de armas. Mesmo em posse desses livros, o jogador ainda tem que encontrar certos itens, que muitas das vezes são conseguidos por meio da derrota de certos monstros, para então pagar uma certa quantia de dinheiro em uma “Junk Shop” e melhorar sua arma. Parece complicado? E realmente é complicado, já que muitos itens são realmente difÃceis de se conseguir.
Outra quebra na tradição da série é o fato de que no mundo de Final Fantasy VIII o dinheiro não é conseguido por meio de monstros ou da sorte em encontrar báus. Após o personagem Squall se tornar um membro da Seed, que é a elite dos alunos das Gardens, ele passa a receber um salário de tempos em tempos (na verdade você recebe o seu salário a cada 24300 passos de seu personagem no jogo), cujo valor varia de acordo com seu “Ranking” na Seed. Este “Ranking” também tem uma variação de acordo com os atos que o jogador faz durante o jogo, podendo então aumentar ou diminuir. Uma forma de aumentar de forma mais rápida o seu “Ranking” na Seed, é passar em certos testes de conhecimentos, que são uma espécie de prova escolar de múltipla escolha. O “Ranking” da Seed vai do nÃvel 1 ao A, que númericamente pode ser considerado como nÃvel 31. Isso quer dizer que o sálario do jogador pode variar de mÃseros 500 gils, até a “exorbitante” quantia de 30.000 gils.
Alguns não gostam, outros já são viciados no jogo de cartas que Final Fantasy VIII trouxe como uma espécie de “bonus”, chamado de “Triple Triad”. Os jogadores que aprendem suas regras e conseguem entender a lógica para jogá-lo, acabam se beneficiando do fato de que este jogo é uma das formas alternativas para se conseguir certos itens raros. Por meio do uso da habilidade do GF Quezacotl chamada de “Card Mod”, é possÃvel transformar as cartas que o jogador possui em itens, que dependendo da raridade da carta que for escolhida para ser alterada, pode gerar itens igualmente raros e difÃceis de se conseguir durante o jogo.
Quando foi lançado, Final Fantasy VIII trazia os melhores gráficos já vistos até então em um jogo da série, e seria o primeiro a apresentar personagens com um visual mais adulto, fugindo totalmente do padrão SD encontrados nos personagens de todos os jogos anteriores. E até hoje seus gráficos são excelentes! Os cenários estam belÃssimos e muito bem detalhados. O design dos monstros e demais personagens são de encher os olhos, tamanha qualidade e diversidade. As cenas em CG estão em um nÃvel superior em relação as que foram mostradas no jogo anterior, ou seja, são simplesmente perfeitas!
Os efeitos sonoros de Final Fantasy VIII são ainda mais variados e em maior número do que nos jogos anteriores a ele. Como já é de tradição da Square, em Final Fantasy VIII há sons que podem ser considerados como “clássicos” na série, o que faz com que o jogador tenha na hora o sentimento de estar realmente jogando um game da franquia. Todos os efeitos são muito bem feitos, e cumprem de forma primorosa seu papel durante o jogo.
Final Fantasy VIII traz composições inspiradas do gênio Nobuo Uematsu. Os temas são os mais diversos possÃveis e fazem com que os jogadores sentirem todas as variadas emoções que a aventura traz. Não é por acaso que a trilha sonora de Final Fantasy VIII foi um sucesso de vendas no Japão na época do lançamento da mesma, vendendo como se fosse um álbum de um rock star ou artista pop de grande expressão, pois suas canções são realmente fantásticas! A grande novidade que Final Fantasy VIII traz em sua trilha sonora, é a inclusão de um tema cantando, no caso a canção “Eyes on Me”, que é o tema romântico de Squall e Rinoa. Esta canção, uma legÃtima composição do mestre Nobuo Uematsu e com letra de Kazumi Someya, foi cantada pela vocalista japonesa Faye Wong, e acabou fazendo um estrondoso sucesso no Japão.
A jogabilidade de Final Fantasy VIII é bem similar aos outros jogos da série, mas claro, traz inovações como o já citado sistema de “Junction”. Os comandos durante as batalhas ou fora delas não são complicados para aqueles que já estam acostumados com jogos do gênero RPG. Para os jogadores novatos há a existência de tutoriais que explicam de forma detalhada todos os comandos e sistemas que o jogo possui.
Como na maioria dos RPGs, a dificuldade de Final Fantasy VIII depende mais das ações e precauções do jogador. Aqueles que dedicam um bom tempo estocando magias, aumentando o nÃvel de seus personagens e melhorando suas armas e atributos, não vão passar aperto nos monentos cruciais do jogo. Alguns inimigos e monstros necessitam de uma boa estratégia para serem vencidos, mas nada que seja complicado demais para os que já estão acostumados com os demais jogos da série. Já os novatos devem ficar atentos as explicações que o jogo automaticamente mostra, ou então acessar os já citados tutorias. Ainda assim, alguns “chefes” podem ser ossos duro de roer, mesmo para os jogadores mais veteranos em Final Fantasy, como é o caso do GF Bahamut, que precisa ser derrotado para que possa ser utilizado pelo jogador, e que é bem complicado de ser vencido, devido a seu alto poder. Para aqueles que acham que Bahamut não passa de um “dragãozinho bobo”, há também o retorno dos temidos “Weapons”, que são bem complicados de serem derrotados, onde se destaca em nÃvel de dificuldade o poderoso “Omega Weapon”, que com seu ataque “Terra Break” pode causar até mesmo 12.000 de dano em todos os personagens que estejam no campo de batalha, ou seja, caso os personagens não estejam protegidos por GFs ou por outro meio qualquer, são mortos com apenas este ataque!
Apesar de não ser um jogo que conseguiu agradar a todos, Final Fantasy VIII ainda sim vendeu horrores na época em que foi lançado. Para aqueles que gostam do jogo, ele é considerado até como um dos episódios preferidos da série. Inquestionavelmente, Final Fantasy VIII é um sucesso do PlayStation, mesmo tendo dividido opiniões entre os fãs.
Análise escrita por: André Breder Rodrigues
Eu achei o FF8 pior que o 7 e o Tactics. Mas as músicas são excelentes, e os chefes não são tão dificeis assim. Eu pastei mais pra derrotar as weapons do 7 do que a do 8.
Eu particularmente detesto o Final Fantasy Tactics… na verdade não gostei do seu modo de jogo. Fora ele, dos jogos da série Final Fantasy que eu joguei, gostei de todos, uns mais outros menos, mas os meus preferidos até o momento são o VII e o XII, sendo que este último apresentou mudanças que eu adorei, como as batalhas em tempo real, algo que muito fã mais antigo detestou.
[...] Final Fantasy VIII - Um sucesso do PlayStation, mesmo dividindo opiniões! [...]
não joguei nenhum Final Fantasy pós-VI, só um pouco do Tactics (que eu gostei por me lembrar o Shinning Force) mas o que eu reparei foi que depois do VIII a Square desembestou a fazer RPGs com personagens cada vez mais andróginos :(
Realmente ñ agradou a todos! Mas FF VIII é realmente o melhor jogo da franquia pra playstation! Os gráficos, as músicas são muito superiores ao seu antecessor! A idéia de mudar sempre o enredo do jogo a cada lançamento é justamente essa: Agradar a todos os q jogam… uns gostam de futurista e outros ñ! Adorei o VII e gostei mais ainda do VIII! Sempre gostei de medievais e me surpreendi com essa história diferente do jogo! Realmente demais!
FFVIII é realmente muito bom…
Os gráficos, Cg’s, músicas e personagens estão perfeitos! Do principal ao mais esquecido personagem secundário (Biggs e Wedje que o digam!) estão todos bem bolados numa ótima história.
O Sistema de Draw é cansativo, apesar de funcional, valendo lembrar que ele é bem bolado e você pode conseguir muitas magias refinando de itens… simples assim! Já o sistema de Junction e o de salário nao devem nada ao FFVII (Que tambem é muito bom!), pois fazem bastante sentido (matar marlboro e ganhar grana?? onde ele guarda o “ouro”???) Além do mais equipar Magias e Materias dá quase no mesmo, apesar das Materias serem mais estratégicas para combiná-las, coisa demorada…
Apesar de ser ocidentalizado ao extremo (Phew… Acabaram com os personagens estilo Anime dos outros FF), o que pode ser observado nos simbolos do protagonista e antagonista ( duas cruzes) o jogo possui muitos detalhes e simbolos não muito bem explorados, o que dá a sensação de ser um jogo com historia bem vasta… sem contar a centena de eventos codificados e as sidequests…
(Tao pouco tempo para falar…)
Bem, recomendo FFVIII para todos os amantes de Rpg’s, pois acho um pouco complicado para novatos no ramo (^_^’)
Ele tem uma trama envolvente e divertida, e voce irá se indentificar muito com os personagens… É diversão de primeira qualidade!!
Bom só tenho uma coisa a dizer, Final Fantasy VIII para mim é o melhor jogo do mundo!!!!!! É perfeito esse game, não tenho nada o que reclamar deste jogo exelente, e eu acho que seria ótimo se fizessem Final Fantasy para PlayStation 3!
sem duvidas foi o melhor rpg q ja jogei
devido as suas dificuldades
agora so ta faltando o filme q seria perfeito
é claro basiado na historia do game
q nao entedir completamente
Boa análise!
Uma coisa não tem nem dúvida, os gráficos e a música desse jogo estão bem melhores que os do FFVII. A história é meio besta às vezes, nisso FFVII é melhor. O Squall é idiota, mas o Cloud também era. Só que no FFVIII tem o Laguna pra compensar :)
Aff… Não eh possivel q alguem não goste do ff8, este jogo da série mais consagrada dos rpgs eh bom em tudo, jogabilidade (tem muita coisa pra fazer), trilha sonora (emocionante), história (pra quem sabe inglês eh perfeito), gráfico (na epoca era um arrazo), enfim… O jogo eh d+, quem acompanha tudo até chora de tanta emoção (kkkkkkk). Particulamente pra min eh o melhor game de rpg de todos os tempos (dificilmente barrado). Sem esquecer q pra min num tem essa de personagens secundarios nau tenham muita atitude, todos estam bem elaborados!!!
QuallzX, eu particularmente tenho o FF VIII como um dos meus RPGs preferidos, mas tenha certeza absoluta que há muita gente que não gosta deste jogo, inclusive existem várias pessoas que não gostam dos jogos da série Final Fantasy e também há aqueles que detestam o gênero RPG em geral.
@André Breder
E ainda existem aqueles que jogaram Chronno Trigger
Samuel, existem neste mundo até mesmo aqueles que detestam Chronno Trigger… pode ter certeza disso.. hehhehehehe…
@Andre Breder
Tem um comentário, deveras preconceituoso, que aprendi com uns amigos da área de arquitetura: “Gosto é que nem braço, tem gente que não tem!”.
Brincadeiras (de mau gosto) a parte, acho que as pessoas que não gostam de Chrono ou realmente não gostam de RPG ou então pegaram abuso por conta do hype em cima da série (como é o meu caso quanto ao FF7).
Samuel, o que temos que ter sempre em mente é que mesmo os jogos considerados como “mega-clássicos” não são uma unanimidade entre as pessoas, e como gosto é realmente algo muito pessoal, discutir sobre isso chega a ser até perda de tempo. Não se assuste se encontrar até mesmo fãs do gênero RPG que não curtam o jogo Chrono Trigger, pois há também uma nova geração de jogadores que não gostam dos “arcaicos” RPGs das eras 16 e 8 Bits. E quem somos nós para julgar o gosto pessoal de outra pessoa, ou dizer que alguém está errado em não gostar de um jogo especÃfico?
@André Breder
Meu comentário foi preconceituoso e generalista, com certeza gostar de um gênero não significa gostar de todos daquele genêro ou ainda do “mais conceituado” do gênero.
Por exemplo, sou fascinado por jogos de luta e achei SF3:3rd Strike sensacional, ao contrário de váááááários jogadores que não gostaram da continuidade da história e das inovações!
Mas é exatamente como você disse, gosto é algo que não deve ser julgado… por mais estranho que nos pareça!
caracaaaaaaa!!!!!!!!!!!!
esse jogo e disumano…
loucura desde o começo ate o fim…
muito bom mesmo desde limit’s ate os gf’s!!!!!!!!
qm é afim de um jogo viciante e bom acabou de axar…
Realmente gosto é um fator q ñ se discute! De todos os FF que joguei(FF7, FF8, FF9, FF10, FF12) esse final fantasy 8 foi o q eu menos gostei (tirando aquela sequencia do FF10 o X-2), achei muito cansativo o sistema Draw, e me extressei bastante com Omega Wepon! Na minha opinião esse foi o mais fraquinho, muita gente pode dizer q eu sou louco mas nem os personagens me agradaram, ñ achei nada de especial neles, comparando a Cloud, Sephirot, Zidade e Kuja, eles são tão opacos. Mas disculpa se muita gente ñ gostou, só queria desabafar! Vlw!
As inovações no final fantasy 8foram…
As melhores possiveis.
Seguinte eu joguei o FF7,FF8,FF10 e FF12 e para dizer a verdade de todos oque mais me agradou foi o FF8.
Em FF7 o enredo é bem interessante porem mal explicado, tanto que a Square Enix desenvolvel ouyros jogos com a franquia um movie (Adventure children) e um anime de um unico episódio para poder explica-la.
Em FF10 apesar de possuir graficos excelentes, não gostei do sistema de batalha com os Aions acho que é isso corrijam-me se estiver errado (as famosas Summons) de Final Fantasy alem de que o personagem principal ser um cara ridiculo, e a história meio boba.
Em FF12 graficos fantasticos e um enrredo ótimo o tão inovador sistema de batalha de FF10 na verdade é muito similar ao de vagrant story (semi tempo real)é bem interessante mas ainda prefiro o sistema classico da série mas realmente não tenho nada a criticar neste jogo.
Em FF8 o primeiro da série que joguei e que me fez querer jogar os demais titulos da franquia eu adorei o enredo mais adulto com personagem mais humanos e sem aquela aparencia SD que eu não gosto miuto e que alias foi o motivo para eu não jogar o FF9 só joguei o FF7 por causa da história.
o sistema de batalha sem o MP na minha opinião foram a melhor escolha para FF8 alem das Side quests que são bastante divertidas o fato de vc controlar carros a própria guarden e a Ragnarok alem dos famosos Chocobos (na minha opinião deve ser o mascote da Square) possui uma história complexa e com bastante ação alem de ser muito variada e conter umas segunda história (Laguna) que se vai se encaixando pouco a pouco no enredo principal.
Ahhhh ja ia me esquecendo que FF8 possui o melhor final que ja vi em qualquer jogo não só da franquia mas no geral pois é bem trabalhada e animada em CG e completa a história do jogo com chave doe ouro.
essa é minha opinião (FF8 pra mim éo melhor titulo da franquia) mesmo que não agrade a muitos….
@Jim Hymura
Não manjo muito de Final Fantasy, muito menos de FF7… mas como você diz a respeito do enredo de FF7 pode ser que ele é um enredo mal feito que deu certo.
Os furos na história fizeram com que os fãs começassem a gestaltear o que faltava e de tanto especular-se a respeito acabou-se criando toda uma cultura por trás do game que foi devida inteligentemente muitÃssimo bem aproveitado (leia-se lucrado) pela Square, atual Square-Enix!
Apesar de ter saÃdo o recente Crisis Core eu acredito que essa saga ainda vai dar o que falar… e quando tudo disso esgotar… pode ser que eles se lembrem de Chrono Trigger, Secret of Mana, etc…
Pow, pra mim FFVIII foi um dos melhores RPGs que eu joguei, até porque, foi um dos primeiros =D
Quando joguei ele pela primeira vez, eu num entendia nada de ingles, e mesmo assim curti pra caramba o jogo
Ano passado, resolvi baixar ele pra jogar de novo, dessa vez entendendo a historia, e curti mais ainda x)
realmente, recomendo (y)
eXISTE ALGUM PATCHE Translation japones/english PARA ffviii
FFVIII é o melhor RPG já feito!!!! muito melhor … recursos mais especiais , que fazem com que o jogador se apegue ao jogo!!!! 1000000000000000000000000 vezes melhor que o FVII !!!!
Chrono Trigger tbm é bom , só perde para o FFVIII.
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