GrandpaATENÇÃO: O texto abaixo foi elaborado por nosso amigo Grandpa, portanto o mérito é todo dele por mais este excelente artigo! Este mesmo artigo pode ser conferido também em nosso fórum, bastando clicar aqui.

Introdução

Quando comecei a pesquisar sobre o “garoto maravilha” achei que fosse matar o assunto com um tópico só, como fiz com meu especial Alex Kidd . Só que, ao contrário do orelhudo, os jogos do garoto maravilha foram lançados para um número de plataformas muito maior do que os do Alex Kidd. Além disso, os nomes dos jogos variam de acordo com o continente enquanto o personagem principal se transmuta nas mais diversas formas. Por isso, para destrinchar com cuidado essa salada que é a franquia Wonder Boy, resolvi dividir o especial em várias partes.

Wonder Boy é tão querido quanto Alex Kidd em várias partes do mundo. Aqui no Brasil ele é mais conhecido pelo seu primeiro videogame: o jogo de plataforma homônimo Wonder Boy. Acho que Wonder Boy não fez tanto sucesso quanto Alex Kidd aqui no Brasil por causa da Turma da Mônica, que “tomou conta” dos seus jogos posteriores como veremos na segunda parte desse especial. Aliás, os jogos da franquia Wonder Boy sofreram várias regionalizações e também foram alvo dos mais diversos hacks em várias partes do mundo. Dos personagens clássicos das eras 8 e 16 bits, o garoto maravilha só deve perder em número de hacks para os ícones Sonic, Mario e Megaman.

A franquia Wonder Boy é composta de 6 videogames. O título de cada um deles varia muito, mas os nomes mais comuns são os abaixo:

1) Wonder Boy
2) Wonder Boy in Monster Land
3) Wonder Boy III – Monster Lair
4) Wonder Boy III – The Dragon’s Trap
5) Wonder Boy in Monster World
6) Monster World IV

Os nomes são bastante confusos. Por que temos dois Wonder Boy III ? Por que o sexto jogo se chama Monster World IV ? :?
Espero responder a essas e outras perguntas até o fim desse especial :wink:

Nesta primeira parte vou mostrar como foi o nascimento de Wonder Boy e a confusão que se estabeleceu já no primeiro jogo da franquia, que foi lançado (até hoje) para um recorde de 12 plataformas :shock: , sem contar participações em coletâneas e outras versões e relançamentos do jogo numa mesma plataforma.

I) Wonder Boy

Responda rápido: – Para que plataforma saiu o primeiro jogo do garoto maravilha ?

Se você pensou no Master System errou, mas fique tranquilo que a não ser que alguém se lembre de ter visto uma máquina de Wonder Boy nos fliperamas tupiniquins, foi graças a Tec Toy que conhecemos o guri.

Se você pensou nos arcardes acertou. Wonder Boy foi lançado no Japão em 1986 primeiro para os arcades.

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Wonderboy versão arcade e Wonderboy no Master System

Wonder Boy foi criado pela minúscula softhouse Escape que fechou um contrato com a SEGA para lançar o jogo. A SEGA ficou com os direitos de uso do nome “Wonder Boy” e dos personagens do jogo. Daqui a pouco veremos que isso vai dar uma confusão …

O garoto maravilha do título do videogame se chama Tom-Tom (é, o Wonder Boy tem nome :lol: ) e ele usa uma machadinha, se alimenta basicamente de frutas e anda de skate ! Tom-Tom tem que atravessar a Terra das Maravilhas (Wonderland) para salvar sua namoradinha Tina (Tanya em algumas versões), que foi raptada pelo vilão King (King Drancon em algumas versões).

O jogo possui várias áreas diferentes, cada uma composta de 4 fases (rounds). No final de cada área Tom-Tom tem que enfrentar um chefão, que é sempre o mesmo com uma máscara diferente. Ainda existe uma área secreta que só é acessível se Tom-Tom conseguir coletar todas as bonecas durante o jogo, o que não é tarefa das mais simples.

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Tom-Tom em seu skate e enfrentando King

Tom-Tom possui uma barra de energia na parte de cima da tela que decresce com o tempo e a medida que ele vai esbarrando em obstáculos. Quando a barra acaba ele perde uma vida. Para recuperar parte da energia é só pegar as frutas e outros alimentos que ele achar pelo caminho.

A machadinha e o skate Tom-Tom encontra ao quebrar ovos, assim como o benvindo anjo da guarda, que te dá uma invencibilidade temporária. Ainda há outros ítens. Mas cuidado com os ovos pintados que podem liberar o Deus da Morte, que te perseguirá por um tempo sugando sua energia.

Este clássico joguinho de plataforma foi portado para os mais diversos sistemas. Vamos ver agora como Wonder Boy se saiu em cada uma dessas versões. Ao lado de cada plataforma eu incluí os títulos pelo qual o jogo é conhecido e o ano de lançamento.

. Arcade (Wonder Boy / Wonder Boy Deluxe) (1986)

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O jogo possui 8 áreas diferentes, mas a área 8 só aparece se Tom-Tom pegar todas as bonecas durante o jogo (28 no total), senão o jogo termina após enfrentar o vilão King no final da área 7 mesmo.

Os comandos são bem confusos para um simples game de plataforma. Tem um direcional que se move para frente e para trás fazendo com que Tom-Tom ande nessas direções ou acelere e freie quando está sobre o skate. Você ainda tem um botão de pulo e um outro botão que serve ao mesmo tempo para correr e para atirar a machadinha :? .

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Painel de Controle do Wonder Boy

Se Tom-Tom estiver parado e você apertar o botão de pulo, Tom-Tom dá um pulo bem baixinho. Para pular alto Tom-Tom tem que estar em movimento e é este pulo alto que você vai mais precisar durante o jogo.

Os ítens que aparecem no topo da tela, ao lado da machadinha, são conseguidos ao se derrotar cada chefe de fase.

Como quase todo jogo de arcade, Wonder Boy possui alguns clones. Neste caso são “apenas” 8 clones :o Nove versões ao todo, portanto, se contarmos com o original. Graças ao MAME pude experimentar todas elas e aparentemente só as duas abaixo são diferentes:

Wonder Boy set 3 – é mais difícil que os outros. Você só tem uma vida e menos energia.

Wonder Boy Deluxe – a novidade dessa versão é uma opção, por meio de um dip switch, para controlar a velocidade com que sua barra de vitalidade decresce. Além disso, notei duas diferenças estéticas: na apresentação no lugar de INSERT COIN aparece escrito DELUXE e na tela dos recordes no lugar de “Best Players” aparece “Vision Electronics”.

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Wonder Boy Deluxe

:arrow: A rom original do game é a Wonder Boy (set 1, 315-5177) .

:idea: Durante o jogo você vai achar blocos com as letras S, E, G ou A espalhados pelas fases. Se conseguir pegar cada uma das letras formando a palavra SEGA (não precisa ser na ordem) você ganha uma vida. Esta dica também vale para várias versões caseiras lançadas pela SEGA.

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A Letra E aparecendo no arcade e a letra S no Master System

. SG-1000 (Wonder Boy) (1986)

A versão de Wonder Boy para o pré-histórico console da SEGA é bem fraca e ainda causa um incômodo visual com o péssimo scroll horizontal. Chegou ao console no mesmo ano do arcade, com pinta de ter sido feita as pressas numa época em que o SG-1000 já estava para ceder lugar ao Master System.

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Nessa versão a musiquinha é diferente da original, o layout das fases não segue bem o do arcade e o Tom-Tom parece um indiozinho.

. Famicom (Takahashi Meijin no Bouken Jima) (1986)
. NES (Adventure Island / Adventure Island Classic) (1988/1992)

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Tela inicial de Adventure Island no Famicom e no NES

A conversão de Wonder Boy para o NES/Famicom é o caso mais curioso desta primeira parte do especial Wonder Boy. Renderia até um tópico separado, já que deu origem a uma nova fraquia, mas vou me concentrar no primeiro jogo da série.

Quem sempre achou Adventure Island do NES e Wonder Boy do Master System muito parecidos precisa saber a verdade por trás dessa história. Em primeiro lugar Wonder Boy não é uma “cópia descarada” de Adventure Island, como afirmava aquele seu amigo que já tinha um Nintendinho quando a Tec Toy lançou o jogo do Tom-Tom por essas bandas. Adventure Island não existiria se não fosse o Wonder Boy dos arcades.

Lembra quando eu mencionei que a Escape (desenvolvedora do jogo) fez um acordo com a SEGA para lançar Wonder Boy nos arcades e em troca a SEGA ficou com o direito ao uso do personagem ? Pois é, se não lembra comece a ler o tópico do início. :)

Por causa desse acordo era inimaginável uma versão de Wonder Boy da SEGA para um console da rival Nintendo. O que a Escape fez então ? Pegou o seu jogo, pediu ajuda a Hudson Soft, redesenhou personagens e deu um outro nome: Takahashi Meijin no Bouken Jima no Japão (A Ilha das Aventuras do Mestre Takahashi) e Adventure Island no ocidente. O direito ao novo nome e ao novo personagem ficou com a Hudson.

Na Europa o “Wonder Boy” para NES só foi lançado em 1992 e ainda levou um outro nome na caixa: Adventure Island Classic. Por dentro o jogo é o mesmo. Ainda na Europa, na França, encontrei uma caixa com mais um título diferente : Adventure Island “in the pacific” Classic.

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Caixa das versões americana e européia

Adventure Island também é conhecido como Hudson’s Adventure Island. Não vejo necessidade, já que para NES não existe outro jogo com o nome de Adventure Island.

Em Adventure Island o Tom-Tom foi substituído pelo Mestre Higgins, que tem que salvar a princesa Leilani das garras do vilão Witch Doctor numa ilha do Pacífico Sul.

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São ao todo 8 áreas com 4 fases cada uma. As bonecas foram substituídas por vasos, que dobram sua bonificação recebida ao final de cada fase, mas não há nenhuma área secreta se você coletar todos os vasos.

Adventure Island vendeu bastante e deu início a uma franquia própria. A Hudson lançou várias continuações de Adventure Island; essas sim, todas originais.

No NES/Famicom temos vários hacks de Adventure Island, como:

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Takahashi Meijin no Bouken Shima (Rinkaku Hack): substituiram o Mestre Higgins por um cachorro azul de óculos escuros. Este hack é também conhecido como Adventures of Dog (As aventuras do cão)

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E olha a versão brazuca aí: Hudson’s Adventure Island com tradução em português.

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Se você tinha um NES e ficava chateado que tinha que jogar com o bigodudo Higgins ao invés do garoto maravilha seus problemas acabaram. Olha aí o “autêntico” :wink: Wonder Boy para NES, cortesia das Organizações Tabajara. Nesse hack de Adventure Island só trocaram o título e o personagem principal, portanto nada de bonecas para colecionar.

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E que tal jogar com o Mario ? Mario Adventure Island é bem caprichado para um hack. Tem até as tradicionais moedas e cogumelos típicos dos jogos do Mario.

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E o que é isso agora ? A lendária versão de Sonic para o NES ? :o Que nada, é mais um hack de Takahashi Meijin só que protagonizado pelo Sonic. Repare que os caracóis lembram um certo bigodudo famoso da Nintendo e o Sonic joga uns shurikens nele. :lol:

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E para terminar uma infame versão pornô de Adventure Island apropriadamente entitulada Porno Island, onde você joga com o Mestre Higgins peladão e vários elementos do jogo foram alterados para dar um ar mais sacana a aventura do nudista.

:!: Adventure Island para Game Boy não tem nada a ver com o Wonder Boy original. Está mais parecido com o Adventure Island 2 da Hudson.

:!: O mesmo vale para o “New Adventure Island” do PC Engine, que começa com o casamento do protagonista e apresenta um chefe diferente ao final de cada área. Parece uma versão turbinada de Wonder Boy.

:!: Super Adventure Island do SNES é uma versão anabolizada do Adventure Island do NES. Não é um port direto do Wonder Boy.

:!: Em 2003 saiu um remake de Adventure Island para o PS2 e Gamecube entitulado Hudson Selection Volume 4: Takahashi Meijin no Bouken Jima. Este remake foi lançado apenas no Japão e conta com gráficos e sons novos, possibilidade de salvar o jogo durante a aventura, além de vários extras.

. MSX (Takahashi Meijin no Bouken Jima / Wonder Boy) (1986)

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A versão de Wonder Boy para MSX é nada mais nada menos que o Adventure Island japonês bem limitado. Não há checkpoints, os vasos que dobram seus pontos foram substituídos por um peixe que você acha dentro dos ovos e os gráficos são bem mais simples.

É curioso notar que a música que toca durante o jogo é a do Wonder Boy da SEGA e é mais fácil você encontrar na internet esse game para o MSX com o nome de Wonder Boy do que com o título japonês original, mas o jogo foi feito pela Hudson e o personagem principal é o mesmo Takahashi da versão para o Famicom.

Foi lançado pela Hudson no Japão tanto em disquete como em cartucho em 1986 e relançado pela Star Frontiers em 1988. Takahashi Meijin também foi lançado na Coréia por uma tal de Zemina. Não achei nenhuma versão ocidental para o MSX.

. Master System (Wonder Boy) – Mark III (Super Wonder Boy) (1987)

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Foi assim que muitos brasileiros conheceram o garoto maravilha

A versão para Master System saiu em 1987 pela SEGA e é um port bem fiel do arcade. Foi lançada no Brasil pela Tec Toy.

O único porém de se jogar Wonder Boy no Master System é que para alcançarmos os objetos nos lugares mais altos, que é onde estão a maioria deles, temos que apertar ambos os botões ao mesmo tempo. Se apertarmos o botão de pulo enquanto o Tom-Tom anda é dado o pulo simples, ao contrário do arcade. :x

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No Master o game é mais comprido que nos arcades: possui 10 áreas, cada uma com 4 fases, sendo que a décima área só fica acessível se o Tom-Tom pegar todas as bonecas durante sua jornada. Além disso existem “fases de bônus“. Se você pegar uma determinada fruta nas fases 1 e 4 de cada área, um ítem especial aparece e uma menina leva você para o céu onde o objetivo é coletar o maior número de corações possíveis pulando de nuvem em nuvem. Pegando o mesmo ítem de novo Tom-Tom retorna a terra um pouco mais a frente. Como ítens especiais temos uma bolsa, sapatos e um urso de pelúcia, entre outros.

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Tom-Tom acaba de passar por uma boneca e a menina que leva a fase de bônus nas nuvens

Wonder Boy foi lançado para o Mark III com o título de Super Wonder Boy, provavelmente para diferenciá-lo do fraquíssimo Wonder Boy para o SG-1000.

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A única diferença do Wonder Boy do Mark III para o Master System é na tela inicial

Wonder Boy também foi lançado em cartão (SEGA Card) para o Master System. O cartão funciona inserido na entrada para os óculos 3D.

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Sega Card do Wonder Boy

Existe uma versão bizarra de Wonder Boy para o console da SEGA, chamada “Rodrigo, o Resgate“. É uma versão nacional e ao contrário das versões posteriores dos jogos da franquia, Rodrigo não é um personagem da Turma da Mônica e acho que a Tec Toy não tem nada a ver com este hack vagabundo.

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O hack lixão Rodrigo, o Resgate

Wonder Boy ainda pode ser encontrado na coletânea australiana “4 in 1” para o Master System.

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. ZX Spectrum (Wonder Boy) (1987)

A Activision ficou com a licença para converter o Wonder Boy dos arcades para os computadores de 8 bits da época, com exceção do MSX, que como já vimos recebeu seu Adventure Island pelas mãos da Hudson. Ela lançou o game em disquete e fita cassete para o ZX Spectrum, Amstrad CPC e Commodore 64.

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A versão para os computadores é menos variada que a dos consoles. As fases de cada área seguem um padrão, sendo a primeira na floresta, a segunda no oceano, a terceira numa caverna e a quarta na floresta a noite. São 7 áreas ao todo.

A jogabilidade no ZX Spectrum não é das melhores e infelizmente lembra a pobre versão do SG-1000 com sua lentidão para correr a tela da esquerda para a direita. Os gráficos são monocromáticos. Os mais fracos de todos os ports.

Wonder Boy foi relançado 2 anos depois quando Wonder Boy in Monster Land chegou as lojas.

. Amstrad CPC (Wonder Boy) (1987)

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A versão de Wonder Boy para o Amstrad CPC fica no meio do caminho entre a versão para o ZX Spectrum e a versão para o Commodore 64, que veremos a seguir.

Os gráficos são coloridos, que nem no Commodore, mas o som é igual a versão do ZX Spectrum. O jogo foi produzido pela mesma Activision.

. Commodore 64 (Wonder Boy) (1987)

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A melhor conversão de Wonder Boy para um computador ficou com o Commodore 64, mas ainda é inferior ao arcade e a versão do Master System.

Uma diferença entre esta versão e as duas anteriores é que a primeira fase de cada área se passa na floresta a noite, enquanto a última fase é que é de dia.

Existem algumas versões alternativas de Wonder Boy para o Commodore, mas são todas bem semelhantes a original.

. Game Gear (Wonder Boy / Revenge of Drancon) (1990/1991)

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A versão para Game Gear é a mesma do Master System adaptada para a tela pequena do portátil da SEGA.

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Capas das versões européia e americana

Foi lançada com o título Wonder Boy em todo mundo, exceto na América do Norte onde o jogo é conhecido como Revenge of Drancon. O que alegam para a mudança de nome na América do Norte é que ela foi feita para que Wonder Boy não fosse confundido com Wonder Boy III: The Dragon’s Trap, que foi lançado na mesma época.

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Revenge of Drancon

:!: Para quem estranhou a frase “original game SEGA/Westone 1986” na tela de abertura, esclareço que Westone é a softhouse Escape que mudou de nome no final da década de 80 e em 2001 mudou de nome de novo passando a se chamar Westone Bit Entertainment.

. Celular (Adventure Island / Wonder Boy) (2003/2004)

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No final de 2003 a Flying Tiger ajudou a Hudson a levar o Adventure Island do NES para os celulares. O resultado foi bom e o jogo é graficamente superior ao do Nintendinho.

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Em 2004 foi a vez da SEGA lançar uma versão muito próxima a do arcade para os celulares. Esta versão possui o recurso de “auto-fire”. Assim que Tom-Tom pega a machadinha ele automaticamente a atira sem parar. Esse recurso também está presente no Adventure Island.

. Game Boy Advance (Famicom Mini: Takahashi Meijin no Bouken Jima) (2004)

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Uma versão do Adventure Island original foi lançada no Japão para o GBA como parte da série Famicom Mini. Esta versão é uma emulação perfeita do Takahashi Meijin no Bouken Jima do Famicom.

. Playstation 2 (Sega Ages 2500 Vol.29: Monster World Complete Collection) (2007)

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Versões para SG-1000, Mark III e Arcade

Coletânea contendo jogos da franquia Wonder Boy produzidos pela SEGA. As versões de Wonder Boy para arcade, Sega Mark III (Super Wonder Boy), Game Gear e SG-1000 estão presentes. Curiosamente faltou a versão para Master System, mas ela é idêntica a versão do Mark III, só que sem o “Super” no nome.

O Game Gear comparece com ambas as versões: Wonder Boy e Revenge of Drancon.

Infelizmente esta coletânea só saiu no Japão. :(

. Wii (Adventure Island / Wonder Boy) (2007/2008)

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Adventure Island chegou ao Virtual Console do Wii em 2007. Nos Estados Unidos, Europa e Austrália o jogo é conhecido como Adventure Island e no Japão com o nome original do Famicom: Takahashi Meijin no Bouken Jima.

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O Wonder Boy da SEGA (a versão do Master System) também foi lançado no Virtual Console, só que em 2008.

No próximo episódio vamos ver como a franquia Wonder Boy mudou completamente de rumo a partir do segundo jogo. Em breve no Retrobits :)

Vídeos:

Tributo a Wonder Boy: http://www.youtube.com/watch?v=zqjG0mrbpdU
Wonder Boy Arcade: http://www.youtube.com/watch?v=r-pGo3tFwGU
Adventure Island (NES): http://www.youtube.com/watch?v=MJe895R5IB0
Wonder Boy (Master System): http://www.youtube.com/watch?v=uJmPaeMywo4

Referências:

– Arcade History: http://www.arcade-history.com/
– Gamebase 64: http://www.gb64.com/
– Gamefaqs: http://www.gamefaqs.com/
– Gamespot: http://www.gamespot.com/
– Gamespy: http://wireless.gamespy.com/wireless/wonder-boy/526945p1.html
– Generation MSX: http://www.generation-msx.nl/
– Hardcoregaming: http://www.hardcoregaming101.net/wonderboy/wonderboy.htm
– IGN: http://www.ign.com/
– Insertcoyne: http://www.insertcoyne.com/wonderboy/wonderboy01.html
– Klov: http://www.klov.com/
– MAWS: http://maws.mameworld.info/maws/
– Mobygames: http://www.mobygames.com/home
– SMS Power: http://www.smspower.org/
– The Wonder Boy Adventures: http://www.myrsten.nu/spel/wonderboy/
– Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Wonder_Boy_(video_game)