Retrobits

Tela-Título do jogo.

Informações Gerais:

Ano de lançamento: 1986
Console: NES
Fabricante: Konami
Gênero: Nave/Tiro
Número de jogadores: 1

Dos Arcades para o NES… o clássico Gradius!

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Gradius foi mais uma série criada pela Konami que obteve muito sucesso entre os game maníacos do mundo todo. O primeiro jogo foi lançado originalmente para o Arcade, mas em 1986, o NES recebeu uma versão bastante fiel deste desafiante jogo! Claro que a versão do NES perdeu alguns inimigos em relação a versão para o Arcade, mas nada que tire o brilho ou que diminua a diversão que este jogo proporciona. Você está no comando da nave Vic Viper, e deve atravessar 7 fases no espaço que irão testar sua destreza! Inimigos variados prometem,e darão,muito trabalho!

Uma das principais características de Gradius, e de todos os outros jogos da série lançados posteriormente, é o uso do “Power Meter(Medidor de Poder)”. O power meter funciona a base dos itens “power-ups” que são coletados ao destruir uma série de inimigos. Ao coletar esses tipos de itens o jogador poderá ativar poderes especiais para a sua nave, facilitando em muito sua dura e difícil missão. Ao todo são 6 “power-ups”, que vão desde super velocidade até um campo de força frontal temporário!

Gráficos, Efeitos e Trilha Sonora

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Os gráficos de Gradius são simples, mas são bem coloridos e bonitos. E apesar da tela de fundo ser sempre o espaço infinito, ainda haverá cenários interessantes para se explorar, como cavernas e até a parte interna de um alien gigante!

Os efeitos sonoros são simples também, mas bem feitos. Os tiros da nave, assim como dos inimigos, estão bem legais e são até gostosos de se ouvir. Apesar de mínimos, não há do que reclamar dos efeitos sonoros deste jogo.

As músicas são “legaizinhas”. Gradius está longe de figurar entre as melhoras trilhas sonoras de videogame já criadas pela Konami, mas ainda assim as músicas não deixam de cumprir bem o seu papel, dando um clima contagiante de aventura ao jogo.

Jogabilidade e Dificuldade

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A jogabilidade é simples e prática. O botão direcional movimenta a nave com rapidez na tela, enquanto que o botão A é acionado para atirar e o B para ativar os “power-ups”. Precisa mais? Em se tratando de Grardius, acho que não.

Gradius apresenta uma dificuldade elevada, com fases cheias de inimigos e cenários complicados que só irão atrapalhar sua vida. Basta um tiro do inimigo para sua nave explodir em “trocentos” pedaços, pois não há pontos de energia. Seja rápido para destruir os inimigos, ou então verá uma porção deles se “amontoando” na sua frente e “mandando bala” em você sem dó! O uso inteligente das “power-ups” será primordial para ter sucesso no jogo, já que com as armas certas ficará muito mais fácil de vencer os inimigos. Os chefes do jogo são bem repetitivos. Uma nave gigante que fica subindo e descendo a tela, e claro, atirando em sua direção, você terá que encarar no final de três estágios, e será praticamente o mesmo inimigo, com uma pequena diferença que ele estará um pouco mais rápido cada vez que tiver que ser enfrentado novamente, e só. O último “chefe” será moleza, se é que podemos chamá-lo assim, pois ele não fará nada contra você. Eu repito, ele não fará NADA! O último “grande” inimigo de Gradius é um cérebro gigante que ficará lá “paradão”, esperando que você o destrua com seus tiros. Não custava nada terem feito um último inimigo que permitisse aos jogadores um pouco mais de diversão, afinal chutar cachorro morto não tem graça nenhuma.

Conclusão

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Gradius foi o primeiro jogo de uma série que é idolatrada pelos fanáticos por jogos de nave. Um jogo simples, divertido e bem desafiante, que com certeza será sempre considerado um título obrigatório na lista de clássicos eternos e jamais esquecidos do NES.

Afinal, quem nunca jogou Gradius simplesmente não pode ser desse planeta ou então não viveu uma das melhores épocas da história dos games!

Análise escrita por: André Breder Rodrigues

 
 

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9 Comentários em “Gradius – A nave Vic Viper fez uma ótima estréia no NES!”

  1. User Gravatar Dino | 03/20/08 - 12:05

    O que eu me lembro desse jogo é que ele é muito bom. O problema é que eu joguei o Life Force primeiro, que considero o melhor jogo de nave já feito e tem gráficos e músicas muito boas. Não lembrava que o Gradius tinha chefes tão desanimadores assim, apesar de ter zerado. Ele tem uma seleção de armas ao iniciar uma partida, não?

  2. User Gravatar A. Rolf | 03/20/08 - 17:07

    Esse jogo é viciante.
    Lembro-me que a primeira vez que joguei foi no Game Boy, o jogo era na verdade Nemesis. Só depois fui conhecer as outras versões.
    Detestava-o no começo pois só morria. Quando aprendi a usar os power-ups viciei.

    Boa André!

  3. User Gravatar André Breder | 03/20/08 - 21:29

    Dino, o Life Force é o que podemos chamar de uma versão melhorada do Gradius, já que ambos os jogos tem muitas semelhanças e ambos foram feitos pela Konami. O primeiro Gradius não possui seleção de armas ao inciar o jogo, isso foi colocado, se não me engano, em versões posteriores da série.

    A. Rolf, valeu pelos comentários!

  4. User Gravatar Ed ZX | 03/21/08 - 10:32

    E ae galera!!

    Gradius foi um ótimo game lançado para Nes, confirmando mais uma vez que a grande produtora de games para o sistema 8 Bits da empresa do Mário era a Konami. É fantástico ver como os programadores de antigamente conseguiam “tirar leite de pedra” e deixar os games o mais parecido com a versão Arcade possível. Muitas vezes conseguiam um resultado mais satisfatório ainda como é o caso de Jackal para o próprio Nes e também da Konami.

    Falando nisso André. Esperamos uma analise de Jackal com vossa assinatura.

    Valeu!!

  5. User Gravatar André Breder | 03/21/08 - 18:35

    Ed ZX valeu pelos seus comentários! Em relação ao Jackal, o nome não me é estranho, mas eu não estou lembrando se já cheguei a jogar este jogo. Vou dar uma conferida depois, e caso goste do mesmo posso fazer uma análise dele no futuro. Falou!

  6. User Gravatar Goro's Lair | 03/21/08 - 20:59

    Grande André Breder, mais uma excelente análise!

    Rapaz, joguei Gradius muito pouco (pois era de um amigo, hehehehe). Porém, mesmo com o pouco tempo que ele ficava comigo, consegui terminar!

    Xinguei muito, pois ele não é fácil! O último chefe realmente era fácil, mas chegar até ele é que são outras!

    Parabéns pela análise, ficou muito boa!

    Ah, Ed ZX e André, podem ficar tranqüilos quanto a Jackal (o meu primeiro game e que jogo com muito carinho até hoje, hehehehe), estou preparando uma mega análise para ele. Em breve estará disponível!

    Mas claro, quanto mais material melhor, pois o jogo merece! hehehehe!

    Abraços e sucesso para todos!

  7. User Gravatar Ed ZX | 03/22/08 - 9:26

    E ae galera!!

    Legal mestre Goro´s Lair adorariamos ver uma analise de Jackal, e é bom saber que você joga ele pois também é meu preferido até hoje (terminei ele umas 50 vezes a semana passada, pois estava em férias). André Jackal é o game onde nós controlamos dois jipes e somos encarregados de resgatar prisioneiros militares em campo de batalha, você com certeza já o jogou. Na minha opinião o game para NES é melhor que o Arcade em quase todos os aspectos, principalmente na jogabilidade.

    Valeu!!

  8. User Gravatar André Breder | 03/22/08 - 15:01

    Fui ver como era esse “tal” de Jackal e eu particularmente achei o jogo bonzinho, mas está longe de se tornar um dos meus preferidos ou me empolgar para querer jogá-lo sem parar. Por isso, é melhor mesmo o Goro fazer uma análise do mesmo! E eu fico aguardando esta análise… quem sabe depois de dar uma lida nela eu me empolgo e começo a jogar esse “tal” de Jackal com mais dedicação… hehehehhe…

  9. User Gravatar crpj18 | 03/22/08 - 18:33

    Eu tinha esse jogo e não conseguia passar da fase de ponta cabeça. Uns tempos atrás tentei jogar de novo, mas também empaquei nessa fase. Depois tentei jogar a versão MAME do jogo, é muito mais bonita e muito mais difícil. Parabéns pra quem terminou esse jogo, ele é difícil pra caramba. E parabéns André pela análise bem escrita.

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