Retrobits

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Informações Gerais:

Ano de lançamento: 1989
Console: NES
Fabricante: Technos/Acclaim
Gênero: Ação/Luta
Número de jogadores: 1 ou 2 (simultâneos na tela)

Finalmente o NES tem um Double Dragon de verdade!

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Lançado em 1989, Double Dragon II – The Revenge manteve o sucesso das aventuras dos irmãos Billy e Jimmy Lee no NES.

O grande destaque do jogo é que agora finalmente podia-se jogar com dois personagens simultâneos na tela, algo que não era possível na versão que o NES recebeu do primeiro jogo da série, e que foi, com toda certeza, uma grande mancada por parte da Techno.

O grande atrativo de um jogo como Double Dragon é exatamente a possibilidade de se jogar em dupla com um amigo, e o próprio título do jogo exalta isso, então um jogo da série onde só existe o modo de um jogador foi realmente um erro que não poderia se repetir.

Uma grande variedade de golpes!

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Os brigões Billy e Jimmy continuam podendo distribuir socos,chutes, voadoras, etc, nos seus adversários como no primeiro jogo lançado originalmente para o Arcade, mas em Double Dragon II existem alguns golpes inéditos, como uma giratória muito boa para jogar longe aqueles inimigos chatos que te encurralam, além de joelhadas e ‘uppercuts’ bem eficientes para vencer os adversários, pois são tipos de golpes que tiram bastante energia. Double Dragon II resgata o modo de jogo mais tradicional da série, não trazendo a existência de níveis e a possibilidade de se ganhar experiência com a derrota de adversários, como ocorreu na versão do primeiro jogo lançado para o NES, ou seja, logo de cara o jogador já pode executar todos os golpes possíveis com os personagens principais do jogo, ao invés de ir aprendendo e ganhando novos golpes e movimentos a medida que se derrota os inimigos.

Vale ressaltar que os irmãos Lee continuam podendo usar outros objetos para auxiliar na aniquilação dos seus inimigos, como facas, chicotes e até bombas; e que são justamente alguns de seus adversários que deixam este mortíferos objetos quando os mesmos são atingidos.

A história do jogo começa com Marian, a namorada de Billy, sendo supostamente assasinada por “guerreiros das sombras”. Os Double Dragons partem então em uma missão por vingança, caindo na porrada com a gang responsável pela morte da moça! No final uma surpresa aguarda os destemidos Double Dragons…

Gráficos, Efeitos e Trilha Sonora

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Os gráficos estão muito bem feitos, com personagens e cenários bem desenhados, e uma paleta de cores adequada para um jogo de luta. Os cenários estão cheios de detalhes e muito bem montados, além de serem todos bem variados e diferentes uns dos outros, o que evita que o jogador se canse do jogo por causa de fases com cenários repetidos. Os gráficos de Double Dragon II estão realmente bem melhores que os do primeiro jogo da série lançado para o NES, apresentando uma evolução gráfica digna de elogios!

Os efeitos sonoros estão perfeitos! Os barulhos dos socos e chutes estão tão legais que incentivam você a querer bater cada vez mais em seus inimigos, e os outros efeitos são bem diversos e todos muito bem feitos!

As músicas são simples mas passam bem o clima de estar andando pelas ruas sombrias de Nova York, completamente lotadas de criminosos. A música em Double Dragon II pode até dar medo como em alguns estágios finais, onde ela tem um clima bem mórbido e misterioso. Mais uma ótima trilha sonora, com músicas que com toda certeza ainda estão vivas nas mentes daqueles que jogaram este jogo anos atrás! Destaque para o incrível tema que rola durante o confronto com o chefe final do jogo!

Jogabilidade e Dificuldade

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Este jogo possui controles fáceis de usar, com todos os comandos respondendo bem, sem nenhum atraso. O jogador só deve ficar atento quanto aos comandos que mudam de acordo com o “lado” que seu personagem estiver olhando, ou seja, o botão que aciona os socos quando seu personagem está olhando para a direita se torna o botão para chutar quando o mesmo passa a olhar para a esquerda. No início o jogador pode até se confundir um pouco, mas depois que ele se acostuma com a mecânica do jogo, passa a não enfrentar mais nenhum problema relacionado com os comandos que acionam os golpes e movimentos do personagem que estiver controlando. Nada que alguns minutos de jogatina não resolvam!

Double Dragon II começa bem fácil, mas vai ficando bem difícil no decorrer das fases. Prepare-se para tomar boas surras dos chefões, alguns com uma agilidade fora do comum, já outros com uma força sobre-humana! Se correr o bicho pega, se ficar prepare-se para descer o braço sem piedade! Em relação aos chefes, destaque para os “clones” de areia dos personagens principais, que são bem ágeis e fortes; e claro, para o último chefão do jogo, que consegue desferir golpes em uma velocidade incrível, além de possuir poderes sobrenaturais… como ficar invisível por exemplo… é pouco ou quer mais?

Para mim, Double Dragon II é um dos melhores (senão o melhor) jogo de luta lançado para o NES. Um jogo realmente viciante! Nada mais divertido do que espancar um gang inteira por uma bela jovem… Double Dragon rules!!!

Análise escrita por: André Breder Rodrigues

 
 

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8 Comentários em “Double Dragon II – Um dos melhores jogos de luta do NES!”

  1. User Gravatar Grandpa | 03/5/08 - 9:06

    Minha bronca com esse jogo é no quesito jogabilidade.

    Confesso que não joguei muito este Double Dragon 2, mas achei horrível esse negócio dos botões terem uma função quando você está virado pra direita e outra quando está virado pra esquerda. Me enrolava todo com isso.

    A primeira vez que jogue cheguei a achar que o jogo estava bichado. Não dava pra acreditar que era normal o jogo ser desse jeito.

    O jogo é muito bonito, como você ressaltou, mas este problema na jogabilidade fez com que eu desistisse logo dele.

  2. User Gravatar JohnWayne | 03/5/08 - 17:30

    Muito legal sua análise mas só uma correção nessa parte:”o botão que aciona os socos quando seu personagem está olhando para a direita se torna o botão para pular quando o mesmo passa a olhar para a esquerda.”

    Na verdade o botão que aciona os socos quando você está virado pra esquerda, se tornam o botão que aciona os chutes quando você olha pra direita. O pulo se aciona apertando os dois botões do controle.

  3. User Gravatar André Breder | 03/5/08 - 20:34

    JohnWayne valeu pela correção! Obrigado!

  4. User Gravatar edineilopes | 03/7/08 - 8:30

    Apenas raramente jogava os títulos do Nes, e a série Double Dragoon não estava entre os minhas favoritas. Achava os jogos difíceis e a jobabilidade truncada.

    Dos Double Dragoon que joguei, só gostei de verdade da versão Master System (primeira que joguei) e da do Snes. Principalmente a do Snes.

    Mas sei que é questão de gosto, nem penso em afirmar que Double Dragon 2 seja ruim, até porque pouco me lembro dele.

    Parabéns pela análise. Aprecio seu estilo, tem um texto cuidado e um conteúdo bastante interessante. Percebe-se que jogou muito cada título analisado.

  5. User Gravatar UNABOMBER | 03/8/08 - 19:59

    Fala André. ;)

    Ótima análise de um um jogo que não gosto muito. Na época, quando joguei no Phantom System de um amigo meu do colégio, achei legal as músicas e as fases-chefes, mas esse lance da jogabilidade invertida, citada pelo Grandpa, e da dificuldade meio animal, citada pelo Edinei, também me fizeram olhar pra esse jogo com uma visão mais crítica da coisa: legal, mas pouco acessível pra quem apenas queria curtir um fight. Nessas horas, eu preferia encarar o DD1 do Master do que o DD2 do NES…

    Infelizmente, também vejo que o mesmo acontece com DD3: The Sacred Stones – teve ótima nova na revista Videogames, assim como DD2, era muito falado pela comunidade gamer da época e tal, mas depois de alguns anos, não fiquei mais convencido quanto a esses 2 jogos.

    Talvez esteja fazendo uma análise meio ao estilo ‘Angry Nintendo Nerd’, ou seja, um gamer velho que tenta jogar games antigos e passa a ver a coisa de forma mais ranzinza. Acho que estou ficando velho demais, hehehe…

    Valeu pelo texto: me fez lembrar as vezes que meu amigo me dava a voadora giratória e me fazia cair da segunda fase, perdendo várias vidas de forma totalmente idiota, heheeeh. Quanto stress naquela época…

    :-D

  6. User Gravatar Badboyluc | 03/8/08 - 23:09

    Um dos melhores jogos de NES sem duvida alguma =)

    E por incrivel q pareça a versão do NES ficou melhor do q no arcade, não pelos graficos, mais pelo geral, mais fases, mais divertido etc.. da pra perder a conta de quantas vezes eu terminei esse jogo na epoca dourada do NES.

    O 3 do Nes eu tb gostei, e nesse caso ao meu ver ficou muito superior ao do arcade q tinha jogabilidade tacanha e falta de quadros, até hoje não engoli o 3 dos arcades.

    depois do double dragon 1 do arcade, o 2 do NES para mim foi o melhor double dragon lançado =)

    abraço..

  7. User Gravatar A. Rolf | 03/11/08 - 10:54

    O que o pessoal citou é justamente o que ia dizer.
    Concordo com o que o Grandpa disse quanto a jogabilidade, realmente estranha. Mas isso não me fez odiar o jogo, pelo contrário, joguei bastante.

    A melhor versão de DD2 sem dúvida é a de PC Engine! Essa eu jogava direto!

  8. User Gravatar ícaro | 07/23/08 - 21:16

    joguei muito esse game na minha infancia,nota dez
    esse jogo,e sobre os comandos malucos,como o
    andre falou o cara se acostuma rapido se jogar um tempinho

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