Retrobits

Battletoads está comemorando – em 2008 – 17 anos (está mais velho do que muitos usuários aqui do Fórum) e, nem por isso, ele não deixa de encantar quem gosta de desafio, alucinação e muita, mas muita diversão com uma alta dose de adrenalina.

O jogo já deixou até “players” mais experientes em jogos “difíceis” com os nervos à flor da pele. Ranger os dentes, xingar, socar a parede e muitos controles quebrados (alguns consoles também) são marcas registradas de quem o pegou no intuito de terminá-lo.

Ele reinou por muito tempo nos Top Ten da Nintendo e demais plataformas, sempre promovidas pelas extintas revistas: VIDEOGAME, AÇÃO GAMES, PROGAMES, etc.

E, caros amigos, apesar de muitos já terem comentado sobre Battletoads, detalharei aqui sob o ponto de vista de um eterno apaixonado pela franquia (este que vos escreve).

DETALHES TÉCNICOS

Nome: Battletoads
Plataforma: NES
Versão: (U)
Players: 1 ou 2 simultâneos
Produtora: Rare, distribuído pela Tradewest
Ano: 1991

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* Fontes para a concepção desta análise:

http://battletoads.classicgaming.gamespy.com/
http://en.wikipedia.org/wiki/Battletoads
http://www.quebecgamers.com/reviews/battletoads/battletoads-comics.html
Manual original do jogo

Battletoads surgiu no auge da guerra SEGA x NINTENDO como um dos jogos mais inovadores já produzidos (até hoje jogo algum conseguiu tal proeza). Ele uniu elementos de plataforma, naves, corrida e beat’n up, sem que perdesse a essência ou coesão entre os elementos, tornando-o não um híbrido, mas uma renovação para todos os estilos acima mencionados! E, não esquecendo, considerado como um dos jogos mais difíceis do planeta!

GRÁFICOS

Battletoads possui gráficos primorosos e muito bem feitos para sua época. Eles exploram bem a capacidade de processamento do NES, bem como sua paleta de cores e cores simultâneas em tela.

Ele marca o ápice de estruturação gráfica do console, sendo poucos jogos que o acompanham neste quesito, com ênfase apenas para TMNT 2 e 3 e a trilogia Ninja Gaiden.

Os gráficos possuem, também, um efeito tridimensional interessante, são bem diversificados e acabam por deleitar o jogador, cansado pelo alto desafio proposto. Os detalhes de fundo também são bem trabalhados, com destaque para os de fases que contêm cenas em alta velocidade (onde a movimentação de fundo acompanha, quase com perfeição, todo o restante).

Não é exagero afirmar que muito jogos de gerações posteriores perdem em qualidade para ele. Um exemplo clássico é a versão para GENESIS / MEGA DRIVE, que freqüentemente é comparada à versão original (NES), pois, apesar de ter capacidade inferior, possui gráficos praticamente idênticos aos de um console de 16bits.

Abaixo, comparações entre as versões NES (esquerda) e GENESIS (direita):

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TRILHA SONORA

Composta por David Wise (o mesmo músico responsável por sucessos como a série Donkey Kong Country de SNES – dispensa comentários), a trilha é envolvente e cada música se encaixa muito bem com as fases a que são pertinentes.

Em palavras bem concisas, a trilha sonora de Battletoads é um dos pontos mais fortes dele, também. Muito interessantes também são a música de abertura e a dos chefões. É um trabalho espetacular que pôs Battletoads como modelo para jogos com canções inesquecíveis.

Abaixo, alguns bônus musicais para vocês!

Turbo Tunnel

Surf City

Ragnarok’s Canyon

Obs: ao acessar os arquivos do site do vgmusic através de outro (neste caso, pelo RETROBITS), aparecerá uma imagem informando a proibição “You are attempting to access the file from a site other than VGMusic.com. Remote linking of MIDI files is blocked (see below) … Click here to listen to/download the requested file.”, basta clicar onde está escrito click here para acessar os arquivos acima!

JOGABILIDADE

Os controles respondem bem aos comandos e são de fáceis execuções. Os principais comandos são:

Direcional =CIMA, BAIXO, ESQUERDA e DIREITA (mais as diagonais)
A = pulo
B = ataque
Start = Início / Pause
Corrida = duplo clique para esquerda ou direita

No entanto, não é recomendável jogar Battletoads com controles analógicos, pois ele precisa de precisão e, em muitos momentos, controles analógicos não atendem com perfeição e acabam, infelizmente, sendo quebrados pelos jogadores (eu quem o diga, quebrei dois deles, hehehehe).

DESAFIO

Por muito tempo considerado por todas as revistas especializadas em games como um dos jogos mais difíceis do planeta! Acho que estas palavras já expressam bem este quesito. (hehehehe).

HISTÓRIA

PRÓLOGO:

Dave Shar, Morgan Ziegler e George Pie são três pilotos testadores de jogos da PSICONE (uma conceituada empresa que fabrica jogos em realidade virtual). Juntos, eles comandam os três guerreiros sapos virtuais: RASH, ZITZ e PIMPLE, onde aniquilam as forças de DARK QUEEN no jogo BATTLETOADS, criado pelo GAME GENERATOR – programa criado pela PSICONE.

Até que o diretor da empresa Sr. VAKUSE e o programador principal do jogo – SILAS VOLKMIRE – chegam à sala de testes e pressionam os três pilotos para que se dediquem ainda mais, pois o jogo é o maior investimento da empresa.

Após informarem os pilotos sobre seus esforços, VAKUSE pede a SILAS que duplique a dificuldade do jogo para que ele realmente seja um sucesso!

Cansado de ficar nos bastidores como programador e almejando ser um dos BATTLETOADS, SILAS decide não apenas duplicar os níveis de dificuldade, mas destruir virtualmente os três pilotos! Enquanto estava re-programando o jogo, um curto-circuito ocorre e eis que surge DARK QUEEN pessoalmente para SILAS.

Ela exige a obediência de SILAS, o qual acaba descobrindo que ela não era uma criação sua, mas realmente a rainha maléfica de um universo paralelo, onde o portal que unira a realidade terrestre com a dela fora o GAME GENERATOR da PSICONE! No entanto, os BATTLETOADS realmente foram criados pela PSICONE e, para infelicidade de DARK QUEEN, suas batalhas virtuais estavam destruindo as suas tropas do mal.

SILAS concorda e maquina uma armadilha para os pilotos!

Na mesma noite, Dave, Morgan e George – desconfiados com SILAS e Sr. VAKUSE – vão ao laboratório de programação e testes e descobrem que tudo havia sido mexido em sua ausência e, ao testarem o GAME GENERATOR, são pegos em uma armadilha.

DARK QUEEN e SILAS VOLKMIRE se apresentam para os três e informam ter inserido um vírus programável na máquina; ela, danificada, acaba por transformar os três pilotos nos BATTLETOADS permanentemente e eles são enviados para a dimensão de DARK QUEEN para serem destruídos por suas tropas.

Ao se transformarem, Dave muda para RASH, Morgan em ZITZ e George em PIMPLE.

Imediatamente ao serem transportados para a outra dimensão, as tropas de DARK QUEEN atacam-nos sem piedade. Apesar de lutarem bravamente, eles são quase derrotados até que surge o PROFESSOR T. BIRD, que os liberta e diz ser o seu novo aliado. Ele explica que, apesar de já ter sido apaixonado por DARK QUEEN no passado, descobriu suas tramas maléficas contra o imperador TERRAN (Líder da CORPORAÇÃO GALÁCTICA – que mantém a paz na realidade de nossos agora heróis anfíbios) e por isso tornou-se seu principal inimigo.

Agora, os BATTLETOADS são uma poderosa força especial na luta contra DARK QUEEN e liderados pelo PROFESSOR T. BIRD.

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A TRAMA DO JOGO

Depois de ter sido derrotada pela Corporação Galáctica na batalha de Canis Major, a Dark Queen e sua renegada tropa do espaço fugiram para os confins do universo, escondendo-se nos espaços negros entre as estrelas.

Entretanto, à bordo da espaçonave Vulture, o Professor T.Bird e os Battletoads – Rash, Zitz e Pimple – estão escoltando a princesa Angélica de volta ao seu planeta natal, onde seu pai, o imperador Terran, espera-a sã e salva.

Ao longo do caminho, Pimple, o maior dos Battletoads, leva Angélica para dar uma volta pelo espaço à bordo do turbo car espacial “Toadster”, no intuito de chegar a uma estação de lazer (perto da espaçonave Vulture).

Pimple e Angélica partem pelo espaço, mas a Dark Queen seqüestra-os com sua nave de guerra Gargantua antes que eles possam chegar ao seu destino. Felizmente, Pimple consegue enviar um sinal de socorro aos seus amigos antes que o Toadster fosse engolido pela Gargantua e carregados para o mundo de Ragnarok, o planeta da Dark Queen.

A partir daí, o Professor T.Bird avisa a Rash e Zitz para irem salvá-los. Contudo, a Dark Queen consegue interceptar os sinais dos computadores e começa a provocar os “mocinhos”, dizendo que não terão capacidade para fazê-lo.

Obs: É importante ressaltar que a troca de mensagens entre Dark Queen e T.Bird resume-se em piada e sarcasmo!

Ofensas trocadas, os Battletoads partem para o resgate dos amigos

Battletoads possui uma missão que constitui-se em quatro planos (A, B, C e D). E cada um deles está subdividido em 3 fases, a saber:

PLAN A
1 – Ragnarok’s Canyon
2 – Wookie Hole
3 – Turbo Tunnel

PLAN B
4 – Ice Cavern
5 – Surf City
6 – Snake Pit

PLAN C
7 – Fire Zone
8 – Elevator Shaft
9 – Gargantua Ducts

PLAN D
10 – The Gargantua (Rat Race)
11 – The Gargantua (Clinger-winger)
12 – The Dark Queen’s Tower

No mapa abaixo temos um resumo do que o jogo está nos preparando:

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NOSSOS HERÓIS

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Rash: ele é o radical do grupo, o doidão! Rápido, ágil e extremamente carismático;
Zitz: ele é o intelectual do grupo! Conseqüentemente, ele também é o líder dos Battletoads!

NOSSOS AMIGOS

Pimple e Angélica

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Professor T. Bird

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Pimple: ele é o maior e mais forte dos Battletoads. Em compensação, não é muito inteligente! É o protetor pessoal da princesa Angélica!
Angélica: ela é a filha do imperador Terran, e futura líder da Corporação Galáctica. Os Battletoads são os seus protetores oficiais!
Professor T.Bird: ele é o mentor e treinador dos Battletoads. Sempre dá a coordenadas e dicas importantes para os nossos amigos ao longo do jogo! Ele é cínico e brincalhão, também!

NAVES DE COMBATE

Espaçonave Vulture

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Toadster

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The Gargantua

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Espaçonave Vulture: é a base operacional dos Battletoads e onde fica o Professor T.Bird. Ironicamente, ela parece um Abutre (inspirada no Professor T.Bird, será?);

Toadster: é a nave de passeio dos Toads! Bem radical e rápida, mas sem quaisquer armamentos!

The Gargantua: é a nave de guerra de Dark Queen. Perigosa e altamente equipada com armamentos mortais.

GALERIA DE INIMIGOS

Todo jogo que se preze para fazer jus ao status de desafiador precisa ter uma boa quantidade de inimigos … e inimigos memoráveis. Battletoads não foge à regra e possui uma das mais vastas galeria de inimigos do mundo dos games.

Muitos atacam em bandos, outros sozinhos (mas extremamente complicados, também) … a grande verdade é que vocês terão uma tremenda dor de cabeça para sobrepujar essa turma! Abaixo, os caras “maus”:

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Psyko-Pig: carregando poderosos machados, te encurrala para fazer picadinho de sapo.
Walker: te chuta, te maltrata e, com você ainda caído, te espanca!
Dragon: bate em você e, ainda caído, te dá um golpe do pilão! Quando domesticado com “amor e carinho” (uma bela porrada) serve de montaria!
Saturn Toadtraps: alimenta-se exclusivamente de sapos. Não vacile!
Mutant Raven: não te ataca, só quer “cortar o seu barato!”
Retro-Blaster: sai das paredes e solta descargas elétricas mortíferas.
Raven: te ataca sem piedade com suas afiadas garras.
Scuzz: é um tipo de rato, covarde e sacana! É uma tremenda dor de cabeça, ataca em bandos e, principalmente, pelas costas!
Vader: rouba sua energia, portanto, destrua-o antes que você fique fraco!
Rat Rocket: este maldito rato motorizado tem o péssimo hábito de dificultar o seu caminho com obstáculos extras. Mas, em alguns casos, ele quer mesmo é te atropelar!
Rat Pod: quer atrapalhar o seu caminho em ziguezagues em alta velocidade. Pule e/ou desvie dele.
Snowman: adora brincar de tiro ao alvo com bolas de neve. Adivinha quem é o alvo? Possui um soco do “mal”, também!
Tail Walker: é o irmão mais velho do Walker e faz as mesmas brutalidades que ele!
Snotball: esta bola gosmenta é um parasita louco para consumir sua energia.
Sentry-Drone: é um especialista em exterminar sapos com seus tiros laser.
Mechno-droid: estes robôs patrulham as entradas dos tubos terra. Não encoste neles pois eles se autodestroem.
Krazy-kog: esta maldita roldana quer te transformar em panqueca! Seja rápido e preciso nos saltos e fuja dela!
Electra-eel: se aproxima como quem não quer nada, apenas para chocar a sua vida.
Hammerfish: não se deixe levar por sua aparência inocente! Na primeira oportunidade, ele te usa como prego.
Eating-frog Shark: de Steven Spielberg diretamente para você. Não se preocupe, pois ele não come pessoas, apenas sapos! Mas temos um problema, você é um sapo!
Steel-beak: um inocente patinho de borracha … será? Não pague para ver!
Giblet: é um ratão que, aparentemente, só quer sair correndo de você. Não perca-o de vista ou você já era!
Hornhead: ele só quer ver se você é um cabeça dura. Mas quando a fome aperta, você é o lanche principal!
Shadow Cloud: mais um ser obscuro que fará de tudo para que você seja uma nuvem passageira pelo reino de Dark Queen.
Swellcheecks: este cara quer “soprar” você da vida dele! Com rajadas de ventos fortíssimas, ele te lança para fora da torre acabando com sua missão! Pendure-se e segure firme nos bastões que encontrar perto de você!

SMASH HITS

Mas, para encarar essa grande quantidade de problemas, nossos heróis contam com poderosos golpes: OS SMASH HITS!

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Eles são acionados com um duplo clique para esquerda ou direita + botão de ataque logo em seguida (muitas vezes quando o inimigo estiver caído). O BT Bashing Ball é acionado encostando-se à esquerda ou direita da tela + botão de ataque!

OBSTÁCULOS

Como se já não bastassem os inimigos, há obstáculos complicadíssimos. A alguns pode-se dar o luxo de errar uma, duas vezes, a outros … um único erro é a morte certa!

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EQUIPAMENTOS DE APOIO

Mesmo com todos esses obstáculos e inimigos, nossos heróis ainda podem contar com poderosos equipamentos para realizarem sua missão!

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CHEFÕES

Mas, nem mesmo com todos esses equipamentos e golpes é fácil encarar os CHEFÕES!

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Boss Walker: o chefe grandalhão dos Walkers e o seu primeiro grande adversário.
Big Blag: o líder de todos os roedores das tropas de Dark Queen. Além de usar seu peso para esmagar seus adversários, Big Blag também pretende devorar os sapos!
Robo-Manus: um gênio da engenharia genética e robótica que fora seqüestrado e re-programado pelas tropas de Dark Queen. Rápido e mortalmente armado, tome cuidado! Robo-manus destrói rapidamente seus adversários!
General Slaughter: o mais forte e também o menos inteligente do exército de Dark Queen. Detesta sapos e tem em seus chifres suas principais armas!
Buzzball: é um terrível perseguidor de sapos e suas cores hipnóticas podem confundir o jogador. Rápida, letal e com uma alta quantidade de energia para “chocar” seus corpos. Muito cuidado com ela!
Dark Queen: a líder de todo este exército do mal. Coordenada tudo de sua torre, que fica no centro do planeta Ragnarok. Ela é tão bela quanto perigosa! Não se deixe enganar, Dark Queen só tem estes objetivos: destruir você e persuadir o imperador Terran a torna-la líder da Corporação Galáctica!

Conforme visto acima, Battletoads constitui-se em 4 planos principais. Abaixo, detalhes sobre cada um deles + suas subdivisões!

PLAN A

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1 – Ragnarok’s Canyon

A primeira fase de Battletoads é tranqüila e encorajadora, dando-se um ar de supremacia ao jogador sobre a mesma. Psyko-pigs, dragons e walkers são os vilões.

Normalmente eles atacam em bandos e tentam te encurralar, sem dar tempo para você reagir. Os principais SMASH HITS usados aqui são Battletoad Butt, Kiss-my-Fist e Big Bad Boot. Ao passar por eles, encontra-se o primeiro chefão do jogo – BOSS WALKER. Mas, nada de complicado nisso! Três pedras arremessadas contra o seu visor e fim de papo com ele.

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2 – Wookie Hole

Nesta fase, começamos a perceber o que o jogo nos aguarda: uma descida que parece não ter fim, repleta de inimigos (Ravens, Mutant Ravens, Saturn Toad Traps, Retro-Blasters, etc) e que, a qualquer momento, acabam contigo sem tempo de reação.

Felizmente, 3 SMASH HITS ajudam muito aqui: BT Bashing Ball, Swingin’ Size Thirteens e Turbo Thwack. Utilize-os com precisão que a fase fica fácil!

DICA: pegue os bicos dos Mutant Ravens e use-os como espadas. E, também, dê várias espadadas neles e nos Ravens para conseguir muitas vidas. Apesar de complicada, esta é uma fase de bônus para quem dominar esta técnica!

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3 – Turbo Tunnel

O começo desta fase é marcado pelos irritantes Scuzz e os Vaders. No entanto, quatro Smash Hits são fundamentais para aniquilá-los: Battletoad Butt, Kiss-my-Fist, Nuclear Knuckles e Big Bad Boot.

Em princípio, temos a sensação de que teremos um bom Beat’n’ up, porém, mais adiante… encontramos as Speed Bikes.

Pois é, a maioria dos jogadores que conheço terminaram suas “jogatinas” com os Toads neste ponto. O motivo? Alta velocidade, memorização, precisão nos controles e muitos, mas muitos palavrões. Felizmente, para os que gostam de desafios, o jogo começou agora!

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PLAN B

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4 – Ice Cavern

A grande dor de cabeça para quem encara esta fase é o fato dela ser extremamente escorregadia! Qualquer deslize e a morte é certa! Os pontos de save são poucos e, caso não consiga alcançá-los, voltam-se distâncias enormes para recomeçar de onde parou (perdeu a vida, hehehehe)!

Em alguns momentos não há como destruir paredes de gelo sem o uso do Ice Cube! Cuidado para não perdê-lo ou não ser pego de surpresa por ele! O chato da vez aqui é o snowman, que pode ser derretido com o Battletoad Butt e o Nuclear Knuckles!

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5 – Surf City

Após muitos calafrios e instabilidade na Ice Cavern, eis que surge uma fase tropical para os nossos anfíbios.

O começo já está repleto de obstáculos que, com apenas 2 erros, “o sapo vai para o brejo”! Os whirlpools também tiram qualquer um do sério, pois te pegam desprevenido na maioria das vêzes!

Nesta fase, ao vencer a primeira etapa com as Space Boards e dizimar alguns Vaders e Tail Walkers, os Toads se deparam com um chefe de fase: Big Blag! Ele é um pouco cansativo de se matar sem armas (as pernas dos Tail Walkers), mas com calma pega-se a “manha” (apenas Battletoad Butt) e aí fica fácil!

Na realidade, o grande desafio desta fase são as Mines, pois elas não vêm em seqüência, mas de forma aleatória, tornando impossível a memorização. Aqui conta realmente a agilidade e habilidade com os controles! Portanto, boa sorte para quem chegou até aqui!

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6 – Snake Pit

Sapo vs Cobra, o grande desafio! Ao contrário do que se imagina, as cobras aqui não mordem, mas encurtam cauda e cabeça para que você caia delas (as cobras são utilizadas como montarias para nossos heróis)!

Levando-se em conta que em algumas partes desta fase o solo só possui espinhos que matam num encostar de dedos, esta atitude sacana da montaria realmente tira qualquer um do sério!

Muito cuidado e paciência para a conclusão do Snake Pit!

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PLAN C

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7 – Fire Zone

Você está literalmente em uma zona de fogo! Inimigos mais rápidos, precipícios para serem transpassados, etc.

Mas não se preocupe, no final da fase há um possante Jet Turbo para você! Claro, ele não possui armas e apenas serve para desvios (hehehehehe)!

Esta fase lembra muito a fase 3 do PLAN A, mas é mais difícil (obviamente). Com meteoritos, mísseis e barreiras laser que abrem e fecham para serem vencidas, a Fire Zone literalmente reacenderá o ânimo do jogador.

Memorização e precisão nos controles é a chave do sucesso aqui!

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8 – Elevator Shaft

Temos o papel inverso da fase 2 do PLAN A aqui. É uma subida complicada e cheia, mas extremamente cheia de problemas. São poucos os pontos de save e inimigos e obstáculos dão uma tremenda dor de cabeça e, mais uma vez, precisão é a chave para se ter êxito !

O grande chefe (é, além da fase ser difícil. Ainda tem mais essa) é Robo-Manus, que realmente dá um trabalhão para ser derrotado.

Dê socos e agache oportunamente ou você já era!

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9 – Gargantua Ducts

O sistema de “encanamento” de Dark Queen é realmente grande. Cheio de perigos, obstáculos ainda mais complicados (é… fazer o quê, né?), inimigos que marcam em cima! Apesar disso tudo, é uma das fases mais interessantes do jogo.

Ela mescla plataformas + velocidade e, o mais interessante, os anfíbios vivenciam os seus dois mundos: ÁGUA e TERRA!

Os Toads nadam bem, mas enguias, tubarões, peixes-martelo, patinhos inocentes de banho, etc tornam o ambiente aquático nada amistoso para nossos amigos! Paciência, calma e memorização são requisitos fundamentais para se passar pela Gargantua Ducts.

Acredito que esta seja a fase mais longa do jogo e a cada etapa um “delicioso” desafio!

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PLAN D

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10 – The Gargantua (Rat Race)

As duas primeiras fases do PLAN D ocorrem dentro da espaçonave GARGANTUA (a nave de batalha de DARK QUEEN).

Nesta etapa do jogo, além de desviar de vários obstáculos e inimigos, é necessário vencer três vezes uma corrida contra GIBLET (um perverso rato que pretende acionar uma bomba a cada ponto de corrida, são três bombas na realidade).

Muita rapidez e precisão contam muito para você detonar as bombas e aniquilar GIBLET.

As plataformas são obstáculos e devem ser percorridas no menor tempo possível. Felizmente o modo “corrida” é acionado automaticamente (sem precisar dar o duplo clique para esquerda ou direita).

Ao vencer os desafios acima, você encontra GENERAL SLAUGHTER no final do estágio. Apesar da aparência, ele não é tão poderoso assim! Use e abuse do Battletoad Butt!

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11 – The Gargantua (Clinger-Winger)

Esta fase é a grande novidade do jogo, pois nenhum que me lembre possui algo do tipo.

Trata-se de um alto desafio, em alta velocidade agarrando-se à paredes. Claro que para tal proeza os Toads contam com um precioso equipamento: um monociclo chamado clinger-winger.

A desvantagem para o jogador são as retas, enquanto que as curvas / extremidades são o ponto forte. Para se realizar o percurso com precisão deve-se, quando chegar à extremidade, deixar que o clinger-winger mude a direção automaticamente (é infinitamente rápido e gasta menos do que um segundo, podem acreditar) e mantê-la logo em seguida!

Como se não bastasse, uma maldita bola – Buzzball – vem te perseguindo para te detonar. Vencida esta etapa, Buzzball transforma-se no chefe da fase. O Battletoad Butt é o melhor Smash Hit contra ela, no entanto, um encostar errado e você será eletrocutado.

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12 – The Dark Queen’s Tower

Enfim a Torre! Inimigos aos montes, armadilhas ao redor, sem reposição de energia ou quaisquer meios de se ganhar vidas extras, uma subida enorme, quase infinita – parece que se chegará ao céu, mas não ao topo da Torre. Bem, aquelas são as melhores palavras para se definir esta última fase de Battletoads.

Há três etapas divisórias na Torre e quando se enfrenta a DARK QUEEN e perde-se, ao apertar o continue e tornar a enfrentá-la, eis que descobrimos o verdadeiro nome do topo: The Armagedon!

Mas não pensem que é fácil chegar ao topo! O fato de correr ao redor da Torre causa uma certa confusão direcional aos jogadores, fazendo com que eles percam a noção de tempo e espaço para realizarem as tarefas.

Também não podemos esquecer a sensação de altura e queda com a alta escalada.

Após a grande subida, DARK QUEEN o espera para terminar de “brincar” contigo.

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DICAS

5 vidas:

para se começar o jogo com 5 vidas, basta apertar e segurar para BAIXO + ATAQUE + PULO + START. Um som característico (uma explosão) é emitido quando o truque funciona. Ele pode ser usado em todos os 3 continues do jogo.

Warp Zones:

são atalhos que pulam a fase seguinte. Ex: vocês está na fase 1, utlizando a warp zone, você irá para a fase 3 e assim sucessivamente. Battletoads possui 4 warp zones, abaixo o esquema para fazê-las aparecerem.

1 – Ragnarok’s Canyon x Turbo Tunnel: logo assim que cair no solo, use o Battletoad Butt para matar primeiramente o Psyko-pig da esquerda e imediatamente o da direita. A warp zone aparecerá no alto do morro. Abaixo as imagens:

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2 – Turbo Tunnel x Surf City: na última etapa com as Speed Bikes (a mais rápida), na décima barreira vá de encontro a ela.

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3 – Ice Cavern x Snake Pit: após detonar o snowman nesta etapa do jogo, pule sobre a plataforma e espere a destruição da barreira de gelo. Preste atenção, pois são 3 bolas de neve em cima e uma embaixo (isso será repetido por 3 vezes). Logo assim que a barreira for destruída, pule sobre a plataforma da direita e desça um pouco com ela sem deixá-la cair; mas suba rapidamente dando pulos longos sobre a plataforma. A warp zone aparecerá no canto superior à direita.

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4 – Snake Pit x Elevator Shaft: na segunda etapa do Snake Pit, suba na cobra vermelha e amarela (é a primeira). No momento em que ela quebrar para a direita, corra o máximo que puder para a direita (não se preocupe, você não morrerá) e encontre a warp zone – que está no canto inferior direito da tela.

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MODO 2 PLAYERS

O modo 2 players não torna o jogo mais fácil! Pelo contrário, ele fica ainda mais difícil, pois exige precisão e sincronismo de ambos os jogadores. O erro de um faz com que o outro jogador “pague o pato também”, pois ambos têm de voltar ao ponto onde um deles fracassou.

Inúmeros são os casos de brigas entre amigos do peito referentes a falhas ocorridas durante o desenrolar do jogo (em 2 players, infelizmente, falhas não são admitidas).

No entanto, em 2 players o jogo fica muito mais divertido!

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Bug: na fase 11 (The Gargantua – Clinger-winger), quando jogado em 2 players, há um bug que impossibilita o monociclo da direita (do sapo Zitz) de se movimentar. Felizmente, com a dica abaixo, o jogo ainda pode ser continuado em dois jogadores.

DICA: jogando-se em 2 players, em níveis em que um dos jogadores não tenha a aptidão necessária para vencê-la, façam o seguinte:

- inicie o jogo em 2 players e deixe um deles morrer e zerar o cronômetro (não aperte o continue). Após vencer a(s) fase(s) desejada(s), onde aparece o mapa do PLAN, o player que deixou o sapo morrer anteriormente, deverá apertar imediatamente o start! O bom é que a dica para as 5 vidas também funciona nestas condições!

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EXTRAS

Por incrível que pareça, foi feito um desenho animado de Battletoads (muito mal desenhado) e provavelmente desconhecido pela maioria de quem o jogou. Felizmente foi feito apenas um episódio para não estragar esta obra-prima! Abaixo, a Introdução do Desenho de Battletoads!

Bem, caros amigos, conforme vocês puderam acompanhar nesta análise, Battletoads continua sendo referência para os grandes jogos de hoje no que tange a desafio, diversão, velocidade e pancadaria. E não se esqueçam: ele ainda proporciona um certo “status” para quem o termina!

Agora pergunto a vocês: Quem se aventura?

É isso aí, abraços!

 
 

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18 Comentários em “Battletoads – Uma revolução no NES!”

  1. User Gravatar Guilherme | 03/10/08 - 10:50

    Kraca, eu ia falar isso, Battletoads era tão bom que deveria ser feito um desenho animado, assim como Tartarugas Ninja. Eu adorava esse jogo.

    []s Guilherme
    Http://www.ingameaddiction.com

  2. User Gravatar Galahad | 03/10/08 - 19:03

    lembro de ter zerado a versão MegaDrive do jogo, mas não me recordo dessa fase 8 – elevator shaft, tãopouco do chefão, o robô. Ta,bém não recordo da fase 10 – Rat race
    Pelas screens achei essa versão mais caprichada q a do megadrive, comparando console, capacidade
    Muito divertido e desafiador esse jogo. Gostei da descrição dos inimigos, bastante humor. Sem contar o restante, caprichou.
    Jogo mais difícil q já joguei, em segundo na minha lista vem Ghouls n Ghost, q ainda é fácil comparado ao jogo dos sapos
    Ah, a versão arcade do game, vale muito a pena tb, muito divertidas, mas é totalmente beat n up pelo q me lembre. Parabéns e continue seu belo trabalho, Goro´s Lair

  3. User Gravatar Dino | 03/10/08 - 20:48

    Cara, parabéns mesmo pela análise, super completa e cheia de imagens! Um dos melhores games que já joguei. Infelizmente nunca achei alguém pra jogar em dupla (todo mundo realmente morria nas motos, kkk). Um jogo que todos deveriam conhecer!

  4. User Gravatar edineilopes | 03/11/08 - 0:53

    Jogo difícil está aí! A dificuldade chega a ser infernal. Jogar em dois era ainda pior. Um atrapalhava o outro. O divertido era largar a fase de lado e perseguir o “amigo” para se vingar de algum golpe indevido. :)

    Absurdo esse tópico! Detalhes que não acabam mais. É praticamente um manual do jogo, tão completo está!

    Parabéns Goro! Trabalho espetacular.

  5. User Gravatar Alex Souza | 03/11/08 - 18:14

    Eu não conhecia. Realmente o jogo é tudo isso que você falou. Só joguei as três primeiras fases e deu pra perceber como o negócio funciona: a dificuldade é bem alta, não é pra qualquer um.

    Baixei as duas versões (NES e Mega Drive), vou ficar jogando a do Mega Drive – não que a do NES não seja boa (é realmente incrível, e não devendo nada pra do Genesis), mas é que não sou muito acostumado com a geração 8 bits.

    A resenha ficou muito boa, Goro. Parabéns.

  6. User Gravatar LoucoX | 03/12/08 - 20:19

    Esse foi o primeiro jogo que eu joguei do nes, meu tio tinha o game e nos se matavamos nele, por causa desse jogo eu era vicio total em todos os jogos de nes, alem de que na epoca eu nao tinha conseguido fechar ele, e acabamos passando o jogo para frente, claro que depois de veio eu fechei aeiuhae..

    Na minha opiniaom e um dos melhores jogos de Aventura, com um dificuldade suportavel.

    Axo que os mulekes dos VGAS atuais nao fechariam esse jogo aeiuhaeiuhae.
    Bem e isso ae, estyou vendo Otimo eu sair do Forum UOL e vir para ka , abraços a todos.

  7. User Gravatar Goro's Lair | 03/13/08 - 12:08

    Caros Galahad, Dino, edineilopes e Alex Souza, muitíssimo obrigado pelos elogios e apoio.

    São exatamente palavras como essas que nos motivam a escrever mais artigos e ainda melhores. Obrigado mesmo! (edineilopes, quando você trará para o site a sua excelente análise do Sunsetriders? Ela está fazendo falta aqui, hehehehe)

    Guilherme, apesar de Battletoads ter um desenho, não recomendo-o assistir, pois é uma porcaria (mal desenhado e com história um pouco diferente da oficial). Ele serve apenas para título de curiosidade mesmo!

    LoucoX, este jogo realmente é “duro na queda” para muitas pessoas! Acredito que poucos dos jovens de hoje em dia se interessariam por ele (quanto mais terminá-lo – mas a esperança continua – hehehehe). Fico feliz por você estar se sentindo bem em fazer da parte da comunidade RETROBITS! Seja muito bem-vindo!

    É isso aí! Abraços e sucesso a todos!

    Uma vez mais, muitíssimo obrigado!

  8. User Gravatar André Breder | 03/14/08 - 0:50

    Bem, eu já havia elogiado esta mega-análise do camarada Goro quando o mesmo a postou no fórum, mas volto a dizer: parabéns pelo excelente trabalho! Mais informativo do que isso impossível!

    Em relação ao jogo Batletoads, confesso que sou um daqueles jogadores “patos” que não se sairam muito bem o jogando. Certa vez jogando no emulador com muito custo consegui chegar na fase “Snake Pit”, mas não tive paciência (ou habilidade) para passar por esta parte. Mas não considero o jogo ruim só porque eu não sou um bom nele, pelo contrário, pois Batletoads é realmente um dos grandes clássicos do NES!

  9. User Gravatar Alex Souza | 03/14/08 - 5:16

    Hoje eu dei mais uma jogadinha. Caramba! Esse é o jogo mais perfeito que já joguei; é totalmente imprevisível, nenhuma fase é igual, e todas são inovadoras – em relação as anteriores. O clima de ação está presente em todos os momentos.

    Esse eu vou ter o prazer de jogar e participar do desafio que é tentar terminar esse jogo, assim que terminar umas pendências.

    Abraço, Goro.

  10. User Gravatar Vinícius | 03/14/08 - 8:26

    Esse eu não fechei até hoje mas mesmo assim é dos meus preferidos.

    Um porém no texto “Ele marca o ápice de estruturação gráfica do console, sendo poucos jogos que o acompanham neste quesito, com ênfase apenas para TMNT 2 e 3 e a trilogia Ninja Gaiden.” Falar de gráficos do NES e não falar de Kirby’s Adventure é mancada! ;)

  11. User Gravatar Goro's Lair | 03/14/08 - 11:56

    Caro Vinícius, tudo bom?

    Bem, primeiramente, obrigado por ter lido a análise e de ter manifestado sua opinião.

    Esta troca de informações com críticas construtivas são ótimas para uma melhor escrita posterior.

    No que tange a gráficos, deixe-me admoestá-lo quanto aos critérios que utilizo para classificar um gráfico como ruim, médio e bom!

    Ruim = poucas texturas, uso repetitivo de cores, mal uso de sombreados, desenhos simples (círculos e ou retângulos para se definir um personagem), pouca definição de sprites de personagens (formas simples e grandes), pouca noção de profundidade e detalhes de fundo e, principalmente, repetição de cenários (com apenas variações de cores). Infelizmente, com o NES (até mesmo por sua capacidade de processar, no máximo, 16 cores simultâneas, é bem complicado fazer algo muito “fantástico” – mas fizeram).

    Médio = um melhor nível de texturas, cores mais bem distribuídas, personagens melhores desenhados, pixels mais detalhados, utilização mais adequada de sombras, uma melhor noção de profundidade.

    Bom = todos os quesitos acima, que estão faltando no ruim e mais a capacidade de cada novo cenário e personagem contarem com formas mais variadas para sua movimentação e gradação e degradação de cores (Como exemplo, o verde escuro variando para verde claro, chegando ao amarelo).

    Peguemos “Kirby” (uma vez que você o citou) e comparemos com mais dois jogos no mesmo padrão plataforma (mais fácil até para se construir): Ninja Gaiden II e Super Contra.

    Apesar de Super C e Ninja Gainden II possuírem desenhos de personagens menores, observamos que o índice de detalhes em ambos é muito rico, onde coloca-se, também, degradação de cores e uma ótima noção de sombreado. Sem contar a riqueza de texturas. O jogo também não fica apenas no sentido horizontal; por contar com formas mais diversificadas e menores (exigindo maior trabalho), acabamos por esquecer que a orientação da tela é aquela.

    Concernente a Kirby, note que ele possui formas grandes (personagens maiores), porém simples, bastando uma única cor (e fraco sombreado, talvez nenhum) para definí-lo. As cores também são repetitivas, tanto em marcadores de pontuação como em detalhes de cenário (montanhas, etc). Há uma valorização muito grande de retângulos e círculos (claro, todos os jogos eram feitos assim, na época, mas estas formas geométricas estão enormes e repetitivas, bastando um simples preenchimento de cores para finalizá-las).

    Kirby também possui sombreado e texturas simples, sem que haja uma exigência muito grande para alguém chegar a fazê-lo (digamos, qualquer um poderia pensar, criar, pintar e fazer cenários no padrão de Kirby – o que difere de Ninja Gaiden, Battletoads, Super Contra e TMNT II e III, por exemplo, que precisariam de uma dose maior de imaginação para que eles fossem concebidos).

    Pelos critérios que mostrei acima, Kirby se enquadra nos padrões médio e ruim.

    Quanto ao termo “mancada”, eu discordo, pois após os exemplos mencionados, realmente não considero Kirby um jogo com bons gráficos.

    Tirando-se o fato dele ser famoso, o que pude constatar não me convenceu.

    Mas, por favor, este é o meu ponto de vista. Da mesma forma que você possui seus critérios para considerar Kirby um jogo graficamente bom, eu exemplifiquei acima os meus, para mostrar que ele graficamente é ruim para mim!

    Obrigado, uma vez mais pela observação e opinião, abraços e sucesso para você!

  12. User Gravatar Samuel Batista | 03/14/08 - 17:24

    Quem nunca quis quebrar o controle na parede durante a fase das motos que morra agora!

    Meus primos tinham o cartucho e esse foi nosso primeiro desafio na época do NES, no caso Phantom System. A dificuldade era completamente irreal e penamos pacaralho pra finalizar o jogo!

    Ae Renato, deve ter dado um trabalhão mas valeu a pena! Você tá de parabéns!

    PS: Eu meio que concordo com o Vinicius, os gráficos do Kirby são impressionantes mas como gosto não se discute, fico na minha!

  13. User Gravatar Andre | 07/11/08 - 21:15

    Esse jogo eh tao dificil q faz anos q jogo e nao consigo passar da fase The Gargantua (Clinger-Winger)
    …hauhauahua
    Pra mim eh impossivel passar essa fase!

  14. User Gravatar Eduardo Rodriguês da Silva | 08/22/08 - 12:51

    Esse é mesmo muito dificil, antes de ler esta matéria nem conseguia passar nem da segunda fase
    agora já posso chegar na Snake Pit
    Muito obrigado pelas dicas este será um site que sempre vou visitar e pediri a os meus amigos para visitar tambem

  15. User Gravatar Romano | 11/28/08 - 3:31

    quem se lembra? eu não zerei, e vc?

  16. User Gravatar Luciano Luis Costa | 12/14/09 - 14:05

    Nossa! Baixei este jogo para meu Nokia e estou recordando 18 anos atrás….. Quanto tempo. Demorei exatamente 35 dias para finalizar este jogo. Na época, joga todos os dias pelo menos 3 horas.

    Obrigado pelo post. Abraços

  17. User Gravatar renatodda | 01/5/10 - 20:17

    Velho o negocio é o seguinte, tenho esse jogo até hj e o nes tb, mas na boa, conseguir passar da bola na 11º fase e cheguei no chefe e acabei morrendo vei, foda nunca zerei essa misera, vou ver se jogo no pc pq pode salvar os pedaços hauhauhauhuahua, so se for assim msm, n tem nenhuma manha de colocar continue infinito n?

  18. User Gravatar Spider1331 | 01/9/10 - 19:50

    Goro!

    Parabéns mesmo pela análise! Deve ter dado um empenho só fazer ela!
    E bacana que voce colocou sub-análises de cada fase e curisoidades muio legais! Até o link do desenho do Battletoads tinha.

    Eu lembro que fiquei algum tempo jogando todo dia até acabar. Desmontei controle pra fase da serra e mais outros feitos. Jogo excepcional e ano passado terminei ele de novo. Esse jogo sempre me lembra que se na época que não havia muitos recursos conseguiam fazer grandes jogos como esse e tantos outros, porque hoje em dia sofrem tanto pra fazer algo de bom ??

    Parabéns mesmo que ficou de gala. Abraço!

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